» Gerir o trabalho de 2.012 funcionários não é tarefa fácil, nem afeta a qualquer empresário. Responsabilidade, liderança, criatividade, habilidade, ética e transparência são alguns dos predicados necessários para criar e manter tal volume de empregos num setor altamente competitivo como o do comércio de alimentos.
E é assim que a rede de supermercados Modelo tem atuado desde que surgiu em Mato Grosso, na década de 80.
Do gerente até o funcionário de nível operacional, uma das palavras de ordem do grupo é a integração. Todos ao entrar na empresa conhecem a estrutura das 13 lojas de Cuiabá e Várzea Grande, tem informações sobre os valores, o histórico e a política da empresa e é incentivado a trabalhar por um sonho. O recado é dado nos três primeiros meses de experiência e quem se interessa, veste a camisa.
Com um departamento de Recursos Humanos dividido em setores de Recrutamento e Seleção; Cargos e Salários; Benefícios; Serviço Social; Medicina do Trabalho e Pessoal, os funcionários são atendidos e conhecem os vários níveis de comprometimento da empresa.
A responsável pelo setor de Treinamento e Endomarketing do Modelo, Alessandra Pereira de Almeida Monteiro, afirma que a rede formaliza neste momento o “Programa de Formação de Encarregados”, que terá como objetivo capacitar talentos identificados dentro dos supermercados, para a função de gerentes de seção. “Cada seção é organizada e coordenada por um funcionário e a nossa intenção não é a de trazer essas pessoas de fora. Mas, capacitar os próprios trabalhadores da Casa para garantir que tenham perspectivas de ascensão”, explica.
Um dos exemplos dessa maleabilidade citados por Alessandra é o do gerente do Modelo da Miguel Sutil, Roberto Selisbino de Faria. “Ele começou na empresa como repositor de produtos nas prateleiras e hoje é um gerente. Mostrou seu potencial e foi aproveitado”, contou.
O Modelo ainda tem programas específicos de integração para que os funcionários se conheçam e desenvolvam outras atividades. Um deles é o “Fã”, que está no seu 10º ano de funcionamento. E este ano, acontece no dia 04 de setembro. “É um evento para o funcionário trazer família e amigos. No deste ano devem participar cerca de 6 mil pessoas que são convidadas e ver seus parentes fazerem apresentações artísticas de teatro, de música, canto e outros. No final, o vencedor dos concursos recebem prêmios como eletroportáteis (televisão, som, dvd, celulares), bicicletas e outros”, lembra.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Modelo Investe em seu Capital Humano
Postado por Arnaldo Andrade às 04:06
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Alternativa tributária para carne poderia diminuir abate clandestino no Estado
Nesta terça-feira, 19/1, os integrantes do Grupo de Trabalho da Cadeia Produtiva da Carne Bovina da Agenda 2020 discutiram uma proposta alternativa para a substituição tributária aplicada no setor.
A reunião aconteceu na sede da Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) que, desta forma, trás pela primeira vez o varejo para o debate.
- É a primeira vez, em razão da Agenda, que todos os elos da cadeia discutem a matéria – festeja o diretor técnico da Pólo RS e da Agenda 2020, Paulo de Tarso Pinheiro Machado.
A principal característica da substituição tributária é a retenção do imposto direto na fonte do seu fornecimento, pelo industrial, fabricante ou distribuidor. Segundo o setor produtivo este mecanismo inviabiliza as pequenas indústrias de abate, estimula a sonegação e a guerra fiscal.
- A estimativa é de que a cada ano cerca de um milhão de cabeças sejam abatidas clandestinamente no Estado – alerta o coordenador do Grupo, Fernando Adauto.
O número de abatedouros clandestinos é desconhecido, mas se tem uma idéia a partir das empresas que procuram os benefícios fiscais oferecidos pelo Governo através do projeto Agregar.
- Dos cerca de mil abatedouros que o Estado possui menos do que cem procuraram se beneficiar destes incentivos – afirma Adauto.
A alternativa estudada e incorporada pela Agenda 2020 trata da redução da carga tributária da indústria trazendo para a formalidade esses frigoríficos e abatedouros.
A diferença seria destinada a estimular a constituição de um fundo voltado a rastreabilidade que obrigaria a todos os produtores a aderir e, conseqüentemente, evitando o abate irregular e a sonegação com aumento da receita do Governo.
- O resultado final seria positivo para toda a cadeia,para o governo e, principalmente para o consumidor já que com o abate irregular a carne consumida fica sem fiscalização e controle de procedência - conclui Adauto
Postado por Arnaldo Andrade às 05:27
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
O custo de não se fazer na cadeia produtiva da carne
Da Agenda (13/1/2010) - A idéia da Agenda 2020 de criar indicadores que mostrem o “custo de não se fazer” na área de logística será usada em outras áreas abrangidas pelo movimento.
O grupo de trabalho que estuda os problemas da cadeia produtiva da carne bovina, reunido nesta terça-feira, na Faculdade de Agronomia da UFRGS, também adotará indicador semelhante para mostrar os prejuízos econômicos que representam as dificuldades do setor.
- A idéia é mostrar o quanto o não fazer pode custar ao caixa do governo e afetar a todos - explicou o diretor-técnico da Agenda 2020, Paulo de Tarso Pinheiro Machado.
Alguns custos na área de infraestutura já são conhecidos como a perda anual de R$ 2,4 bilhões pela falta de mil metros da pista do aeroporto Salgado Filho e os gargalos da BR - 116 ( região metropolitana), que chegaram a R$ 8 bilhões nos últimos dez anos.
A base para os indicadores da carne será um levantamento realizado pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro) da Ufrgs, que sinaliza as principais dificuldades a serem superadas pelo setor, como o déficit de carne bovina no Estado e a desestruturação da cadeia produtiva.
Para o coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, os entraves podem começar a ser superados através de um trabalho focado na gestão e no emprego de mais tecnologias a campo. O primeiro passo, segundo o especialista, seria incrementar a capacitação, profissionalizando os trabalhadores.
- Sofremos com a falta de gestores que dominem a tecnologia disponível. Hoje predomina a figura do campeiro que conhece o campo, mas não sabe administrar – ressaltou.
O coordenador do Grupo de Trabalho, Fernando Adauto, destacou a necessidade de procurar mecanismos para tornar mais conhecidas as características da carne bovina produzida no Estado, sua qualidade e especificidades produtivas.
- Precisamos de tecnologias que comprovem que o produto é diferenciado - disse.
As áreas de sanidade, nutrição animal, reprodução e manejo também foram apontadas como prioridades a serem discutidas, além do desafio de se achar o custo que representa essa situação para o Rio Grande do Sul a cada ano.
A próxima reunião do Grupo será na terça-feira, 19/1, na sede da Associaçao Gaúcha de Supermercados (AGAS).
Postado por Arnaldo Andrade às 08:49
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dúvidas frequentes sobre o registro de marcas

Dúvidas frequentes sobre o registro de marcas
Custa caro registrar uma marca? Para que serve realmente? Devo registrar apenas o nome ou o logotipo também? Por quanto tempo vale o registro? Pessoa física também pode? Veja as respostas.
Por Rudinei Modezejewski
Nove entre dez empresas e pessoas físicas em dúvida sobre o processo e os requisitos para o registro de marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) fazem mais ou menos as seguintes perguntas:
1. Já tenho meu registro na Junta Comercial. Preciso registrar a marca?
Sim. O registro na Junta Comercial tem abrangência estadual; a marca registrada no INPI tem abrangência nacional. Além disso, o registro da marca no INPI pode cancelar o registro na Junta Comercial.
2. Qual a vantagem de ter uma marca registrada?
Basicamente a marca é registrada de forma defensiva ou ofensiva. Ou seja, você pode registrar uma marca para evitar que alguém tente impedi-lo de usá-la (caso das pequenas empresas) ou para evitar que os outros usem essa marca (geralmente estratégia de empresas médias e grandes).
Só uma marca registrada pode gerar receita através de licenciamento, franquia ou venda.
3. Se tiver problemas eu mudo de marca, certo?
Errado. Você pode até mudar de marca, mas isso não evita que você responda pelo uso que fez da marca registrada de outra empresa. Nesses casos, é comum que o titular da marca exija indenização, além da mudança imediata da marca.
Só na mudança de marca você já tem prejuízo: imagine ter que mudar todos os impressos, veículos, fachada, placas, carimbos e até o registro na Junta Comercial.
4. Mas o nome da minha empresa é o meu sobrenome. Então não preciso me preocupar, certo?
Errado. Um dos maiores erros é imaginar que, sendo seu sobrenome, não há riscos. Existem outros parentes com o mesmo sobrenome; muitos talvez você nem conheça e nada impede que um deles tenha uma empresa no mesmo ramo que o seu. Então é importante que você proteja sua marca antes que outro o faça, e o impeça de usá-la.
5. Fiquei sabendo que existe outra empresa com o mesmo nome (marca) que uso. Então não posso registrar minha marca?
Talvez. No Brasil as marcas são registradas por classes. São 45 classes diferentes, que reúnem produtos ou serviços com afinidades. Então podemos ter a marca “Continental” registrada para uma empresa na classe de Cigarros e para outra na classe de Eletrodomésticos e assim por diante.
Se a empresa citada estiver usando a marca para outro produto ou serviço, é bem possível que você possa proteger sua marca. Além disso, se o uso for para a mesma atividade mas você tiver como provar que usa a marca há mais tempo, também há chance. É preciso estudar o caso detalhadamente.
6. Custa caro registrar uma marca?
Não. Para pedir o registro de uma marca você gasta uns mil reais. É um investimento baixo, comparado ao risco de poder ser impedido de usá-la e ainda estar sujeito a ser processado e ter que pagar uma indenização. Para microempresas, entidades sem fins lucrativos e pessoas físicas, várias taxas têm redução de 50%.
7. Mas se eu não registrar, qual pode ser meu prejuízo?
É difícil quantificar um problema que pode até nem acontecer, mas vamos tentar: se você não registrar, mas alguém fizer isso e sua empresa pode ser processada por uso indevido de marca e o autor do processo poderá solicitar indenização. Essa indenização varia entre 3% e 5% do faturamento bruto de sua empresa nos últimos cinco anos.
Caso ele somente solicite que você pare imediatamente de usar, isso pode ser exigido com um, dois ou mais dias, a critério do proprietário da marca (cabe ao juiz concordar ou não com esse prazo). Você terá que desembolsar os valores referentes à impressos, fachada, notas fiscais, veículos adesivados etc.
8. Quem pode registrar uma marca?
O INPI estabelece que para o registro da marca você deverá exercer licitamente a atividade para a qual pretende proteger a marca. Por exemplo, se você pretende registrar uma marca para proteger artigos do vestuário, deverá provar que exerce essa atividade. Geralmente isso é feito através do objetivo social descrito no contrato social da sua empresa, por isso geralmente as marcas são registradas por pessoas jurídicas.
9. Então uma pessoa física não pode registrar marca?
Sim, em alguns casos. Os profissionais liberais, por exemplo, podem comprovar facilmente o exercício da atividade. Então advogados, engenheiros, arquitetos, dentistas, contabilistas e muitos outros podem registrar marcas. Mas esse registro deve ser vinculado à atividade que exercem; um engenheiro não pode registrar uma marca para o ?produto? cimento ou para confecções; somente para ?serviços de engenharia?.
10. São só essas profissões que podem registrar marcas como pessoas físicas?
Não. Como dissemos antes, a exigência do INPI é que você comprove que exerce a atividade licitamente. Então, se você for, por exemplo, organizador de eventos e tiver registro como autônomo na prefeitura da sua cidade, poderá fazer o registro da marca dos eventos que criou.
Essa regra vale para outras atividades também. Outra exceção é para os agricultores inscritos no Incra, que podem registrar marca para todos os produtos relacionados à atividade agropecuária – cereais (arroz, milho, feijão etc.); carnes (aves, suínos, bovinos, peixes etc.); legumes e verduras.
11. Qual a proteção que tenho ao registrar uma marca?
O registro da marca garante ao seu titular o direito de exploração comercial da marca, o direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos com sua marca sem sua autorização.
12. Então, ao registrar a marca “Continental” para eletrodomésticos, terei a marca protegida e ninguém poderá usá-la, certo?
Errado. Você terá a marca protegida e ninguém poderá usá-la na atividade ou produto para o qual você pediu o registro. Outras atividades ou produtos podem até ter uma marca igual à sua. Veja a marca “Continental”, por exemplo. É registrada para eletrodomésticos para uma empresa, cigarros para outra, hotéis para outra, transportadora e vários outros segmentos, sempre para empresas diferentes.
13. Não entendi. Então qual é a função do registro de uma marca?
Simples: a marca é registrada para evitar que os consumidores comprem produtos ou serviços de outra empresa achando que estão comprando da sua marca. A principal função do registro de marcas é evitar que o consumidor seja iludido, enganado. Por isso há a possibilidade de registro de marcas iguais em classes diferentes por empresas diferentes. O cliente que deseja uma lavadora Continental não vai se confundir com um pneu Continental.
14. Então se uma marca (mesmo famosa) não tiver registro para um determinado produto ou serviço, posso registrá-la?
Calma, existem exceções. Marcas muito conhecidas recebem uma proteção especial do INPI, mas isso não é nenhuma irregularidade, lobby ou coisa assim. É simplesmente a manutenção do mesmo princípio que guia o registro da marca – ?evitar que o consumidor se confunda?. Imagine ter uma marca Farmácia Gerdau. Certamente todos pensariam que tem vínculo com a Gerdau S/A, certo? E uma lanchonete Coca-Cola? Confecções MacDonald’s?
15. Minha empresa vende tapetes. Minha marca é Rei dos Tapetes. Posso registrá-la?
Sim! Mas, atenção, toda marca que é “evocativa” (que engrandece suas qualidades) ou “descritiva” (descreve o produto ou serviço) é considerada marca fraca. Ou seja, ela pode ser registrada por sua empresa, mas outras poderão registrá-la também, porque ela não tem o que comumente chamamos de “características distintivas”. É uma marca tão diretamente ligada ao produto que não pode ser exclusiva de nenhuma empresa.
16. Então não vale a pena registrar esse tipo de marca?
Depende. Se você tem um logotipo que o diferencia e, dentro da região onde atua, é reconhecido, vale a pena sim. Lembre-se que a marca tem função defensiva também. Ou seja, neste caso você fará o registro para evitar que outra empresa a registre e o impeça de usar sua própria marca.
17. Posso registrar como marca nome de personagens de histórias em quadrinhos ou do cinema?
Não. Apesar de muitos deles não estarem registrados em nenhuma das 45 classes previstas no INPI, existe uma restrição na própria Lei de Marcas (lei 9.279) que proíbe que títulos ou personagens protegidos pelo direito autoral sejam registrados como marca, salvo com consentimento do autor. Esse tipo de erro é especialmente mais comum em conjuntos musicais, bandas de rock etc.
18. Qual é o “prazo de validade” de um registro de marca?
No Brasil o registro de marca é concedido por períodos de dez anos e pode ser renovado indefinidamente. Mas o titular da marca tem que solicitar a renovação do seu registro durante o nono ano de vigência do registro, caso contrário ele pode perder a marca.
19. Se eu não renovar minha marca, alguém poderá registrá-la em seu nome?
Sim. Esse é um problema muito comum, especialmente quando a empresa entra em processo de falência é freqüente a perda de prazo. Além desses casos, muitas vezes a empresa simplesmente perde o interesse na marca e abandona o produto/serviço. É uma excelente oportunidade para que alguém que procura por uma marca nova.
Essas marcas, abandonadas, estão legalmente livres para que qualquer um as registre. Muitas delas ainda têm forte apelo de mercado e consumidores fiéis.
20. E as marcas mistas, devo registrá-las?
Sim. As marcas mistas, também chamadas de logomarcas ou logotipos, são fundamentais para a diferenciar seu produto ou empresa dos demais.
Quando você tem somente o registro da marca nominativa, tem somente o texto. Se um pirata copiar seu logotipo com outro texto, somente com o registro da marca mista você terá como de proteger. Se você tem o registro na forma nominativa apenas, pode ter problemas com um concorrente que imite seu logo e escreva nele um nome parecido.
Postado por Arnaldo Andrade às 05:39
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Regionalização: a solução para ir ainda mais longe

Para atingir diferentes regiões, muitas vezes, são necessárias a definição de estratégias e a criação de campanhas regionais.
Projetar uma marca nacionalmente requer muito mais que simplesmente a criação de uma campanha publicitária que abranja todo o território nacional. Para atingir diferentes regiões, muitas vezes, são necessárias a definição de estratégias e a criação de campanhas regionais. Além de aumentar a possibilidade de identificação do consumidor com a marca, a regionalização tem a capacidade de fidelizar um cliente e projetar um produto em locais até então pouco explorados.
Há duas questões que precisam ser levadas em conta na hora de posicionar um produto ou empresa regionalmente. O primeiro passo é avaliar se a ação envolve uma empresa localizada em uma determinada região ou se é uma marca global.
No primeiro caso, por ser local, os costumes e as crenças regionais já podem fazer parte da essência da companhia ou do produto. Um exemplo que representa claramente este cenário seria o Guaraná Jesus. Adquirido pela Coca-Cola, trata-se de um refrigerante típico do Maranhão, com posicionamento exclusivamente regional.
Neste caso, é possível fazer um projeto de branding local a partir da avaliação que os clientes já possuem sobre o produto. Conhecer, respeitar e preservar este relacionamento, modernizando ou posicionando a marca de uma nova maneira é o grande desafio.
Outro cenário é quando o objetivo é atingir um mercado específico para um produto global. Desde as embalagens até os materiais para ponto de venda devem ser regionalizados. Para falar com o público do Rio de Janeiro, por exemplo, é preciso muito mais do que, simplesmente, incluir a imagem do Cristo Redentor nos materiais publicitários. É preciso entender os costumes, a culturas e os hábitos locais. Somente assim é possível criar peças e campanhas publicitárias que, de fato, conversem com o consumidor local.
Um pequeno detalhe pode fazer muita diferença. Gravar um comercial, por exemplo, preservando o sotaque regional já proporciona uma identificação da população com o produto a ser anunciado. Além disso, muitas vezes, é preciso fazer adaptações. Neste caso, um exemplo típico são os sabores escolhidos pelas empresas fabricantes de sorvetes. Muitas vezes, algumas frutas são típicas de uma determinada região. Neste caso, mostrar a disponibilidade em desenvolver produtos regionais demonstra comprometimento e respeito com o consumidor.
Priorizar e valorizar eventos culturais são outras questões importantes. A Coca-Cola, por exemplo, há 15 anos desenvolve uma comunicação específica para regiões que possuem grande tradição com alguns eventos. Parintins, no Amazonas, e Festa de São João, em todo o Nordeste, são alguns exemplos de ações regionais tradicionais que recebem atenção especial da empresa.
As ações regionais possuem um grande poder de fidelização. Cada vez mais, as empresas precisam conhecer os costumes e culturas regionais para aprimorar a sua comunicação com os diferentes públicos que possuímos no nosso País. A regionalização é a forma mais eficaz para se ir cada vez mais longe.
Fonte: http://www.cidademarketing.com.br/2009/ar/41/regionalizao-a-soluo-para-ir-ainda-mais-longe.html
Postado por Arnaldo Andrade às 06:36
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Entrevistas de contratação
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Fazendo perguntas reveladoras durante as entrevistas, seu risco de uma contratação ruim diminui bastante. Além das perguntas tradicionais, como empregos anteriores e especialidades, você precisa ter uma idéia sobre o que o candidato acha de seu emprego atual e o que ele está procurando ao trabalhar no seu restaurante. É possível fazer algumas perguntas mais “instigantes” para observar a reação dele sob pressão.
Alguns exemplos de perguntas que poderão direcioná-lo para o caminho certo:
1.”O que você pode agregar ao restaurante?”
- A resposta pode indicar o nível de autoconfiança e seu poder de criatividade.
2.”Qual foi sua maior realização em seu último emprego?”
- A resposta vai mostrar o que o candidato considera importante em termos de crescimento profissional.
3.”Por que você quer mudar de emprego?”
- Se conseguir determinar por que o candidato mudou de emprego no passado, você terá uma boa idéia do que o motiva: mais dinheiro, mais responsabilidade ou segurança no emprego.
4.”Diga três adjetivos que o descrevem.”
- A resposta dará uma idéia sobre a personalidade do candidato.
5.”Se você ficasse em seu emprego atual, para que função seria promovido?”
- A informação pode ser utilizada para formular sua proposta ao candidato. Também é possível criar uma descrição de função que se amolde aos anseios do candidato e “vender” a idéia a ele.
6.”Em que assuntos você discorda de seu atual empregador?”
– A resposta vai dizer como o candidato se adéqua em relação à autoridade.
7.”Qual foi sua melhor avaliação, e porquê? Qual sua avaliação mais desapontadora?”
- Com isso, você terá uma idéia da honestidade do candidato e o tipo de habilidades que ele valoriza.
8.”Como seu superior avalia sua habilidade em lidar com mudanças de última hora?”
- A resposta mostrará como o candidato lida com estresse e se é uma pessoa que sabe trabalhar em equipe. Freqüentemente, em pequenas empresas, como restaurantes, as pessoas têm várias funções e você precisa que seu novo contratado mantenha esse espírito.
Postado por Arnaldo Andrade às 12:25
Investir em reciclagem de óleos industriais gera economia para empresas
As empresas que utilizam óleos lubrificantes industriais em sua produção devem destinar corretamente o produto como exige a legislação. Grande parte desses fluidos pode ser reciclada e recondicionada. Com isso, é possível unir a economia ao cuidado com o meio ambiente.
A Supply Service, empresa pioneira na reciclagem de óleo e descarte de sólidos oleosos, destina corretamente o produto como exige a legislação. De acordo com Gabriela Oppermann, gerente de marketing e vendas, grande parte desses fluídos pode ser reciclada e recondicionada. “Essa medida permite unir economia ao cuidado com o meio ambiente”, enfatiza.
A reciclagem dos materiais não renováveis (como o óleo) é uma ação fundamental das empresas. “Dessa forma, é possível garantir a sustentabilidade, a não exploração do petróleo e, também, a redução de custos. Além disso, os produtos possuem a mesma qualidade de um lubrificante novo. Outro beneficio é a possibilidade de utilizar um único Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais (CADRI)”, ressalta a gerente.![]()
A destinação desses materiais se enquadra no atendimento das normas federais, estaduais e municipais. Gabriela também esclarece que as penalidades pelo descumprimento das leis ambientais são severas. “Atualmente, esse serviço se tornou uma obrigação e deve, naturalmente, entrar na planilha de cálculos das indústrias que possuem responsabilidade social e ambiental”.
Os óleos lubrificantes, que fazem parte dos processos industriais, têm como principal função lubrificar peças internas do sistema para evitar desgaste prematuro. Já a finalidade do hidráulico está na transmissão de força. Entretanto, muitas empresas ainda não sabem o que fazer com os produtos que precisam ser trocados. Durante a lubrificação dos equipamentos, a degradação do óleo e o acúmulo de contaminantes torna necessária a renovação do líquido.
A Supply Service oferece às indústrias reciclagem de óleos hidráulicos industriais, tratamento de resíduos oleosos e limpeza de tanques. Atende empresas de diversas áreas, levando em consideração cada particularidade. Entretanto, constantemente os colaboradores da Supply se especializam e procuram conhecer os novos resíduos que surgem dentro das fábricas. “Isso se tornou uma atitude corriqueira, já que dependemos desse conhecimento para oferecer os melhores serviços aos clientes”, finalizada Gabriela.
Postado por Arnaldo Andrade às 12:18
Novo mínimo põe mais R$ 26,6 bilhões na economia
O aumento para R$ 510 no valor do salário mínimo a partir de janeiro, se confirmado, representará um incremento de renda na economia de R$ 26,6 bilhões ao longo de 2010, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Paralelamente, significará um custo adicional de R$ 10,8 bilhões á Previdência.
Com o aumento real de 5,87% previsto para o mês que vem, o salário mínimo acumulará ganho real (descontado a inflação) de 53,46% durante o governo Lula. Quando ele assumiu, em 2003, o mínimo estava em R$ 200. Se a atual política de reajuste for mantida, daqui a dez anos o valor estimado será o equivalente hoje a R$ 850, calcula Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.
"É fundamental que seja mantida a atual política de reajuste do mínimo", afirma Lúcio, que fez os cálculos com base em um crescimento médio da economia de 5% ao ano daqui para frente.
Segundo cálculos do Dieese, com o novo salário será possível adquirir o equivalente a 2,17 cestas básicas, a maior relação na série das médias anuais desse comparativo em 30 anos.
O salário mínimo em vigor compra o equivalente a 2 cestas básicas. Em 1995, primeiro ano pós Plano Real, a relação era de 1,02 cesta. "O reajuste do mínimo e a política de redução do preço da cesta básica aumentam o poder de compra", constata Lúcio.
Francisco Pessoa, economista da LCA Consultores, considera "fortíssimo" o aumento real de 53,46% desde 2002, período em que a inflação acumulada medida pelo INPC ficou em 66,16%. "A maioria dos salários não indexados ao mínimo certamente não subiu na mesma proporção", afirma.
O Dieese calcula que 46,1 milhões de pessoas tenham rendimento vinculado ao salário mínimo. Levando-se em conta a série histórica do salário mínimo e atualizando os valores médios anuais em reais, o valor de R$ 510 é o maior desde 1986, quando o mínimo equivalia a R$ 520.
A preocupação maior será com a Previdência, analisa Pessoa, que avalia em 18,5 milhões o número de aposentados e pensionistas com rendimentos vinculados ao mínimo.
Outro impacto negativo, lembra Pessoa, deve ocorrer nas prefeituras e Estados mais pobres, onde a maioria dos servidores recebe salário mínimo. O reajuste terá reflexo maior nas finanças públicas, o que pode resultar em redução de investimentos em ativos como escolas e hospitais públicos.
Fonte: agência Estadão
Postado por Arnaldo Andrade às 04:44
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
"A Estatística e a arte de torturar os números até que eles confessem"
Postado por Arnaldo Andrade às 19:11
Dicionário Gastronômico
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Açorda: Prato típico português, preparado a base de pão, alho , temperos, peixes e/ou frutos do mar.
Água acidulada: Água misturada com um pouco de suco de limão ou vinagre. Usada para evitar que certos alimentos escureçam (como a maçã, por exemplo).
Alexander: Coquetel a base de Gim ou Conhaque, onde o creme de leite é imprescindível.
Antepasto: Designação de pequenas iguarias servidas antes da refeição.
Apurar: Cozinhar os líquidos de cozimento em fogo brando, junto com os resíduos depositados no fundo da panela.
Au bleu: Termo que designa peixes recém-pescados e cozidos, principalmente a Truta.
Azuki: Feijão de grãos miúdos, de cor marrom-avermelhada, geralmente cozido com arroz. Também é usado para rechear doces.
Babá: Bolo feito com massa com fermento biológico, normalmente embebido em calda aromatizada com Rum.
Barquette: É um tipo de tortinha em forma ovalada, semelhante a um barquinho. Pode ser doce ou salgada.
Bavaroise: Sobremesa típica francesa, feita com leite ou creme de leite, gemas, suco de frutas ou fruta e gelatina.
Béarnaise: Molho francês feito com vinagre aromatizado, Estragão, gemas e manteiga. Acompanha peixes, legumes e carnes.
Béchamel: O mais básico dos molhos brancos, feito com leite, farinha de trigo e temperado com sal e Pimenta do Reino. Acompanha peixes, carnes e legumes.
Baumé: Medida que indica a densidade do açúcar. Para medir a densidade do açúcar em graus baumé, é necessário colocar um sacarômetro na superfície da calda.
Beignet: Fritura doce, feita com uma massa que envolve pedaços de frutas.
Beurre Maine: Farinha de trigo misturada com manteiga derretida, até formar uma pasta lisa e espessa, utilizada para dar textura a molhos, ensopados e sopas.
Bisque: Sopa creme de frutos do mar.
Blanquette: Carne branca, geralmente de vitela ensopada ou refogada com cebola, cogumelos, caldo e creme de leite.
Borsch: Sopa de Beterraba servida com creme de leite, típica dos países da Europa Oriental.
Bouillabaisse: Sopa típica francesa, feita à base de peixes, moluscos e crustáceos.
Bourguignon: Designação de um prato de carne cozida no vinho com cebolas inteiras e cogumelos.
Brioche: Bolo de massa fermentada feito com farinha, manteiga e ovos. Tem a tradicional forma de coroa ou de bola achatada, a que se sobrepõe outra bola. Não é doce nem salgado.
Brochette: Pequeno espeto de madeira usado para grelhar carnes, peixes, legumes, aves ou miúdos.
Canapé: Quase sempre acompanha aperitivos. É uma base de pão ou torrada coberta com frios, carnes, peixes, queijos, etc.
Carolinas: Feitas com a massa de bomba, as Carolinas são redondas e menores. Podem ser doces ou salgadas e normalmente são recheadas.
Carbonade: Ensopado de carne bovina cozido no forno com cerveja. Sobre o ensopado são colocadas fatias grossas de pão, que absorvem o molho e formam uma crosta dourada.
Cassata: Doce gelado de origem italiana, feito à base de sorvete de creme, frutas cristalizadas e biscoitos.
Cassoulet: Prato típico da França, preparado com feijão branco, carne de carneiro e embutidos.
Charlote: Sobremesa típica francesa, feita com biscoitos colocados em pé, entremeados por creme e outros tipos de recheio.
Chaudfroid: Molho que adquire consistência depois de frio, próprio para peixes, aves ou ovos.
Chifon: Nome que designa uma série de doces leves, normalmente feitos com claras em neve.
Chowder: Sopa grossa de peixe ou frutos do mar, geralmente servida no pão.
Chucrute: Prato típico alemão à base de repolho fermentado. Normalmente servido com carne de porco defumada ou produtos de salsicharia.
Chutney: Mistura condimentada de frutas com sabor agridoce. É de origem indiana e muito apreciada pelos ingleses. Geralmente acompanha carnes.
Civet: Modo de preparar caças em que utiliza-se o sangue do animal como principal ingrediente do molho. O coelho é o item de caça mais preparado dessa maneira.
Coulis: Purê bem fino de vegetais ou frutas, servido com molho.
Consomé: Caldo leve e claro feito de carnes, aves, legumes ou peixes.
Coq Au Vin: Receita francesa clássica de frango cozido no vinho.
Crepe: Especialidade francesa semelhante a uma panqueca muito fina e delicada. São servidas dobradas em quatro e com recheios delicados.
Cristalização: Processo de conservação dos alimentos através do açúcar. Quase todos os tipos de frutas podem ser cristalizadas.
Creole, à: Prato da América Central bastante condimentado, mistura arrojada de vários sabores distintos (aves, porcos, peixes, frutas, legumes e condimentos).
Croissant: É um pequeno pão de massa folhada em forma de meia lua.
Croustade: Pão com o miolo retirado, assado na manteiga e servido com o molho da preparação, que pode ser peixe ou ave.
Croute: Fatia de pão ou torrada frita bem crocante, servida com alimentos cozidos como carme, cogumelos ,etc. Também pode ser usada para guarnecer pratos à base de molho.
Crudités: Vegetais crus cortados em pedaços e servidos como aperitivo.
Curau: Prato brasileiro feito à base de milho verde ralado e leite. Serve-se quente ou frio, polvilhado com canela em pó.
Cuscuz: Prato feito à base de uma ou mais farinhas que pode ser doce ou salgado.
Dal ou dhal: Iguaria indiana feita de grãos amassados e cozidos com especiarias, formando um purê grosso.
Degorge: Processo que consiste em deixar um alimento no sal por 20 ou 30 minutos, para extrair o excesso de água e/ou o gosto amargo. Exemplo: berinjelas, pepinos, etc.
Diplomata: Sobremesa de textura cremosa e leve, feita com creme e biscoitos.
Doré: Preparação que envolve o alimento em farinha, ovos e leite para que se frite depois. Esse processo forma uma camada crocante por fora e úmida por dentro.
Dumpling: Bolinhos de massa ou de batata servidos com sopas e ensopados.
Emulsionar: Consiste em combinar dois líquidos que não se misturam. Por exemplo: óleo e água ou maionese e molho holandês.
En croute: Alimento envolto em massa folhada e assado .
En papillotte: Alimentos envolvidos em papel alumínio ou papel manteiga untado, antes de assar. O papel age como protetor dos alimentos, impedindo a saída de suco e proporcionando um cozimento profundo.
Empanado: Nome que se dá aos alimentos fritos, envoltos em uma mistura de farinha de trigo e ovos.
Encapotado: Consiste em cobrir um alimento de massa e levá-lo para assar.
Escabeche: Molho picante, feito basicamente de vinagre e condimentos, usado para temperar peixe crus, cozidos ou fritos.
Escalope: Porção de carne cortada no sentido da fibra, sem nervos nem gorduras, com espessura de aproximadamente 1 ½ cm.
Espanhola, à: Preparações à base de cebola, pimentão, azeite, condimentos fortes feitos com carnes, aves ou peixes.
Estufado: Carnes ou aves cozidos em fogo brando por longo tempo, em recipiente hermeticamente fechado, impedindo a perda de água ou vapor.
Postado por Arnaldo Andrade às 04:45
Equipamentos podem trazer maior versatilidade no preparo das refeições
Os equipamentos para cozinha disponíveis no mercado são inúmeros e não faltam produtos com tecnologia avançada para montar um espaço onde é possível extrair o máximo de produtividade e qualidade na elaboração de refeições. Porém, cada tipo de cozinha tem seus “curingas”, aqueles equipamentos indispensáveis que aumentam a eficiência e trazem versatilidade aos serviços.
A escolha dos elementos adequados deve partir de duas informações básicas – o cardápio que será servido e a quantidade de público do restaurante. A definição dos pratos que serão elaborados em uma cozinha é fundamental, pois certos pratos precisam de equipamentos especiais ou vários utensílios durante seu preparo e algumas máquinas têm múltiplas funções atendendo a diversas necessidades durante seu processo de preparo.
Forno até para fritar![]()
Os fornos combinados vêm conquistando espaço e não podem faltar tanto na cozinha comercial simples como nas mais sofisticadas ou industriais. Donos de restaurantes e chefs já perceberam que o retorno do investimento nesses equipamentos é garantido devido à tecnologia que utilizam e ao grande número de funções disponíveis. Com eles é possível preparar pratos cozidos, assados, gratinados, fritos ou sobremesas. Todos esses alimentos podem ser elaborados e colocados simultaneamente nesses fornos sem que haja interferência nos sabores.
Além das múltiplas funções que desempenham, ocupam pouca área física, já que um forno de 1m2 pode substituir caldeirões, fogões e fritadeiras, que ocupariam uma área de 4 m2.
Em cozinhas que utilizam o processo de regeneração de alimentos congelados, resfriados ou já prontos, os combinados são fundamentais porque possuem alta velocidade nessa função, além de contribuírem para diminuir riscos de contaminação dos alimentos. Como funcionam com injeção de vapor não provocam grande perda de peso e o sabor dos alimentos é preservado.
No sistema Cook Chill, por exemplo, em que o alimento requer congelamento em tempo curto e regeneração também rápida, o forno combinado é indispensável por se tratar do único capaz de desempenhar a função dentro do período e dos padrões de temperatura exigidos pelo método. Cozinhas de hotéis que atendem um público flutuante e eventos ganham em qualidade, custos e agilidade ao adotar o Cook Chill.
Por outro lado, restaurantes que preparam acima de 100 refeições têm no forno combinado um aliado importante para otimizar sua produção e minimizar seus custos com funcionários e investimentos em outros equipamentos. Muitas lojas de fast food, dependendo do volume a ser servido, utilizam esses fornos também no preparo de batatas fritas. Elas são colocadas congeladas no equipamento e resultam mais crocantes e saudáveis do que as elaboradas na fritura tradicional.
Arroz na frigideira ![]()
Cada tipo de cozinha e cardápio exige determinados equipamentos, porém um item de grande versatilidade que não pode faltar, principalmente em cozinhas de restaurantes industriais devido ao volume de produtos a ser preparado é a frigideira basculante. Se por algum motivo for necessário preparar um tipo de arroz especial e o fogão ou os caldeirões estiverem ocupados, é possível utilizar esse equipamento para fazer até 100 litros de arroz. No caso de haver algum problema que impeça o uso das fritadeiras ou quando, excepcionalmente, for necessário aumentar a quantidade de algum tipo de alimento frito, pode ser colocado óleo na cuba da frigideira, que se transforma em ótima fritadeira de imersão.
Nas cozinhas do Nordeste esse equipamento é bastante utilizado, pois tem excelente desempenho no preparo de peixes e moquecas. Sua versatilidade permite que seja usada para grelhar peixes e carnes ou preparar sopas e cozidos e ainda pode ser útil para manter a temperatura de pequenas porções ou molhos, bastando para isso, encher a cuba de água e criar um banho-maria.
Ambiente é curinga
Alguns equipamentos são imprescindíveis também para atender melhor o consumidor. Por exemplo, não existe nada mais desagradável do que chegar a um restaurante e sentir a mistura forte de odores da preparação dos alimentos. O cheiro de comida tem o dom de atrair um cliente e despertar o apetite, porém o excesso pode surtir o efeito contrário, o que torna o sistema de exaustão um item imprescindível do atendimento.
Para oferecer mais conforto é fundamental que todos os detalhes do ambiente onde se realiza a refeição sejam avaliados. Nos restaurantes comerciais, onde existe a liberdade de escolha por parte dos freqüentadores, esse item tem especial importância e a falta de atenção ao sistema de exaustão pode determinar o afastamento de muitos clientes. O dimensionamento desse sistema deve estar preparado de acordo com os equipamentos utilizados, pois as fritadeiras necessitam filtros nas coifas; já os equipamentos que geram apenas vapor dispensam esse item.
Saúde e qualidade
A versatilidade não é o único requisito que faz um equipamento tornar-se indispensável. Atualmente, a crescente preocupação com a qualidade da alimentação em todos os seus aspectos, desde os cuidados para evitar contaminação até a saúde dos funcionários que trabalham nas cozinhas, fazem com que alguns equipamentos ganhem importância nessa área.
Utensílios como microprocessador, que descascam, fatiam e picam alimentos contribuem para diminuir a incidência de um problema bastante comum em funcionários de cozinha – a LER, Lesão por Esforço Repetitivo. Essa doença tem sido responsável por um número significativo de afastamentos temporários de profissionais dessa área.
O aumento do uso de rodas em alguns equipamentos de cozinha também contribui para diminuir esse tipo de problema, já que permite minimizar esforços físicos dos funcionários. As rodas ainda podem ser consideradas curingas pela mobilidade que permitem a certos equipamentos facilitando a limpeza da área ou a troca de layout, quando necessário.
Dentro das regras de boas práticas no preparo de alimentação o lixo merece atenção especial, especialmente quando o serviço de coleta não é diário. Portanto um sistema de refrigeração com câmaras frigoríficas isoladas é essencial para evitar intrusos problemáticos como insetos e roedores.
Planejamento necessário
Vale lembrar que certos equipamentos facilitam demasiadamente todos os processos dentro de uma cozinha ou restaurante, porém seu custo é muito maior. Assim, cada caso deve ser analisado de acordo com a necessidade de cada local. Toda cozinha possui uma solução ideal para que sejam beneficiados funcionários, clientes, proprietários e fornecedores.
Postado por Arnaldo Andrade às 04:26
Bolsa de Salários - DEZ 2009 - JAN 2010
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AJUDANTE DE COZINHA
Menor valor: R$ 416
Maior valor: R$ 1.211
Média: R$ 737
Variação % em relação outubro: + 0,1
CONFEITEIRO
Menor valor: R$ 781
Maior valor: R$ 3.374
Média: R$ 1.209
Variação % em relação outubro: + 2,0
COPEIRO
Menor valor: R$ 420
Maior valor: R$ 1.473
Média: R$ 733
Variação % em relação outubro: + 0,1
COZINHEIRO
Menor valor: R$ 642
Maior valor: R$ 2.096
Média: R$ 1.109
Variação % em relação outubro: + 0,3
GARÇOM
Menor valor: R$ 623
Maior valor: R$ 1.942
Média: R$ 948
Variação % em relação outubro: 0,0
MANOBRISTA
Menor valor: R$ 618
Maior valor: R$ 1.441
Média: R$ 1.043
Variação % em relação outubro: 0,0
MOTORISTA
Menor valor: R$ 683
Maior valor: R$ 2.606
Média: R$ 1.168
Variação % em relação outubro: + 0,6
Postado por Arnaldo Andrade às 04:05
Porque devemos dar tanta atenção ao CMV?
CMV significa Custo da Mercadoria Vendida. Em se tratando do ramo de alimentação vamos adotar que CMV é todo o custo daquele produto que é utilizado para fabricação de alimentos que irão compor diretamente o prato ou a bebida do cliente
O CMV representa a quantidade de material gasto para produção de alimentos e isto influência diretamente na sua lucratividade. Se a sua empresa no final do mês apresenta um CMV muito elevado isto que dizer basicamente três coisas:
- Você está comprando a matéria prima muito cara
- Sua equipe está desperdiçando ingredientes demais durante a preparação
- Está havendo desvio de mercadorias
Postado por Arnaldo Andrade às 04:04
Armazenamento correto de mercadorias em temperatura ambiente.

Os locais destinados à estocagem devem estar rigorosamente limpos (lavados e desinfetados), sem resíduos de alimentos ou sujeira. Os materiais fora de uso (inclusive estrados) devem ser retirados das áreas de armazenamento, para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros.
ALIMENTOS
1 – Toda mercadoria deve ser retirada da embalagem secundária, como caixas de papelão ou sacos de papel.
2 – As embalagens de todos os produtos devem ter identificação. Caso contrário deverão ser colocadas etiquetas com as seguintes informações: nome, marca, fabricante, data de fabricação, prazo de validade, composição do produto e registro em órgão competente.
3 – Produtos descartáveis também devem ser mantido separados dos itens citados anteriormente.
4 – Devem estar afastados pelo menos 10 cm da parede e 60 cm do teto, para permitir a circulação de ar entre os alimentos.
5 – O empilhamento no estoque devem ser alinhado e em altura que não prejudique as características do produto. As pilhas devem ser organizadas em forma de cruz para favorecer a circulação de ar entre os produtos e evitar acidentes.
6 – Os alimentos industrializados (conservas, enlatados, etc) devem ser mantidos afastados dos grãos e cereais para evitar infestação por insetos.
7 – Os alimentos que tiverem suas embalagens abertas ou danificadas devem ser transferidos para recipientes adequados (de plástico), lavados e desinfetados, ou embalados em plástico transparente. Além disso, devem ser devidamente etiquetados com o nome do produto, fornecedor, datas de abertura e de validade. Após a troca de embalagem ou manipulação, a validade será de 30 dias.
8 – Produtos de fabricação mais antiga devem ser posicionados de forma a serem consumidos em primeiro lugar. A data de validade deve ser observada e nunca podem ser utilizados produtos vencidos.
9 – Os alimentos devem ser porcionados com utensílios exclusivos e higienizados. Após o porcionamento, as embalagens devem ser fechadas adequadamente.
10 – Os alimentos não devem ficar armazenados junto a produtos de limpeza, químicos ou de higiene.
11 – Não devem ser colocados diretamente no chão. Devem estar apoiados sobre estrados ou prateleiras das estantes (os estrados devem estar a 25 cm de altura do chão).
12 – Não se deve armazenar vidros de “cabeça para baixo”, porque favorece o aparecimento de ferrugem nas tampas.
13 – Não devem existir caixas de madeira ou papelão em nenhuma área do serviço de alimentação.
Postado por Arnaldo Andrade às 04:02
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
O que é o tal VAB ? Aplic explica

Valor acrescentado bruto (VAB) é o resultado final da atividade produtiva no decurso de um período determinado. Resulta da diferença entre o valor da produção e o valor do consumo intermédio, originando excedentes.
Pode ser cálculado de diversas formas
1-Utilizando o Plano Oficial de Contas (POC)
VAB = + Vendas (POC 71) + Prestações de serviços (POC 72) + Proveitos suplementares (POC 73) + Trabalhos para a própria empresa (POC 75) - Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas (POC 61) - Fornecimentos e serviços externos (POC 62) - Outros custos e perdas operacionais (POC 65)
Postado por Arnaldo Andrade às 16:07
Duque de Caxias teve o maior crescimento no VAB da indústria

Entre os 35 municípios com pelo menos 0,5% do VAB industrial em 2007, os líderes em crescimento foram Duque de Caxias (RJ) (0,4%) impulsionado pela alta no preço do refino do petróleo e da produção de álcool e São Bernardo do Campo (SP) (0,2%), face ao bom desempenho do setor automobilístico.
As maiores perdas de participação em relação a 2006, dentre esses 35 municípios, foram em Campos dos Goytacazes (-0,7%), Rio das Ostras (-0,3%) e Cabo Frio (-0,2%), todos no Estado do Rio de Janeiro, devido à atividade extração de petróleo e gás natural. No município do Rio de Janeiro (RJ), houve redução na produção da indústria farmacêutica e a de alimentos. Em Manaus (AM), as perdas de participação foram em material eletrônico, equipamentos de comunicações e o de informática.
Postado por Arnaldo Andrade às 16:06
Dez municípios concentravam cerca de 25% do valor adicionado bruto da indústria

Em 2007, dez municípios concentravam aproximadamente 25% do valor adicionado bruto da indústria, e 13,4% da população brasileira. Com 59 municípios, chegou-se à, aproximadamente, metade do valor adicionado bruto da indústria e a 28,5% da população. No mesmo ano, 2 464 municípios responderam por 1% do valor adicionado bruto da indústria e concentraram 9,3% da população.
Em 2007, São Paulo (SP) se manteve como o principal pólo industrial do País, com a mesma participação de 2006: 9,3%, apesar de perder participação desde 2003 (10,6%). Campos dos Goytacazes (RJ) assumiu o segundo lugar em 2005 (2,4%) e aí permaneceu em 2007 (2,6%), com o Rio de Janeiro (RJ) a seguir , com (2,2%).
A participação do valor adicionado bruto industrial de Manaus (AM), onde estava o parque industrial do Estado, manteve-se em torno de 2% em toda a série. Betim (MG), pólo industrial do seu estado, era sede de montadora de automóveis e tinha uma dinâmica associada ao bom desempenho das áreas de bens de consumo duráveis no seu entorno.
Postado por Arnaldo Andrade às 16:03
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estoque – Um setor muito mais importante do que se pode imaginar
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A visão de que o estoque de um restaurante é um local onde se armazena a matéria-prima para produção de alimentos já é obsoleta. Por muitas vezes boa parte do lucro de um restaurante pode estar se esvaindo pelo estoque sem que se tenha noção disto. Por isto é necessário que sejam tomadas medidas importantes para que o lucro não escorra entre os dedos através do estoque.
Acesso – Quem tem acesso ao seu estoque? Se a resposta for “qualquer funcionário” a luz vermelha já deve estar acesa. O estoque deve ser acessado pelo mínimo de pessoas possível. Caso seu estabelecimento seja pequeno e não possua um almoxarife, você deve selecionar uma ou duas pessoas no máximo para ficarem responsáveis pelo estoque. Com muitas pessoas tendo acesso ao estoque o número de extravios de mercadoria, danificação e material e mal acondicionamento aumentam bastante, causando perdas irreparáveis.
Qualificação – É importante também que a pessoa responsável pelo estoque receba treinamento. Sabe avaliar bem as mercadorias, realizar o PEP’s (Primeiro que entra é o primeiro que sai), conferir as características sensoriais como cor, sabor, odor.
Controle – E finalmente outra ação importante dentro de um estoque para não dizer primordial é o controle. Tudo que entra e tudo que sai deve ser anotado. Frequentemente deve-se fazer uma checagem entre a venda e o estoque atual para avaliar se não está havendo extravios ou desperdícios. Caso seu estoque seja muito grande ou você sinta dificuldade em controlar todos os itens que o compõem, fixe seu controle aos itens de maior valor como carnes, laticínios e bebidas.
Adotando estas medidas você terá seu estabelecimento nas mãos, com maior controle e consequentemente melhor margem de lucro.
Fonte: Alison Alves
Postado por Arnaldo Andrade às 09:58
domingo, 6 de dezembro de 2009
Estande de Campos é sucesso na Feira das Américas

Por: Liliane Barreto
Foto: Divulgação
Equipe da secretaria de Desenvolvimento Econômico ao lado do Ministro do Turismo Luiz Barreto
A participação do município de Campos na Abav 2009 - Feira das Américas, no Rio de Janeiro, está sendo considerada um sucesso com a presença de muitas pessoas visitando o estande da secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico e Petróleo. O ministro do Turismo, Luiz Barretto, o presidente da Abav, Kaká Rodrigues, e do TurisRio, Nilo Félix Sérgio, visitaram o estande e receberam uma cesta de doces típicos. A assessoria da vereadora do Rio de Janeiro, Clarissa Matheus, também, prestigiu o estande de Campos.
Oito mil pessoas visitaram o evento, que começou na quarta-feira (21) e terminou nesta sexta-feira (23), e contou com a presença de várias autoridades, entre elas, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, os governadores do Rio, Sérgio Cabral e de Minas Gerais, Aécio Neves, já que o estado é patrono do congresso.
Paralelo à feira, também, está sendo realizado o 37º Congresso Brasileiro de Agências de Viagem com o tema "Mercado de Viagens: Direcionamento estratégico das agências de tursimo". De acordo com Eraldo, a participação de Campos tem sido bastante proveitosa no evento. "Além do Turismo, também, estamos trabalhando na divulgação da Lei Rosinha de incentivos para a região e os mecanismos de fomento, como o Fundecam", disse Eraldo.
O estande da secretaria foi montado junto ao do TurisRio e, nele, poderão ser encontradas várias informações sobre o município. "Nosso objetivo é trabalhar de forma integrada, conforme determinação da prefeita Rosinha Garotinho e, desta forma, estamos divulgando o turismo e, também, mostrando os projetos estruturantes do município, como o Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado e do Açu, em São João da Barra", destaca o secretário, ressaltando o potencial do município para o turismo de negócios.
- Campos é um município rico em atrativos turísticos, patrimônio histórico e monumentos e queremos buscar novos visitantes para conhecer o potencial de Campos - , destaca o secretário, acrescentando que vem sendo desenvolvido no município o City Tour, que leva visitantes a conhecer os pontos turísticos e que a expectativa é de que o Farol de São Thomé possa contar, a partir de 2009, com um espaço de informações turísticas durante o ano.
Postado por Arnaldo Andrade às 05:24
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Campanha Aplic de Dezembro de 2009

Realizada pela BrainBrain a campanha de Dezembro da Aplic indica a mudança proposta pela Empresa no mercado de consultoria e sua posição em relação aos clientes.
Postado por Arnaldo Andrade às 10:48