terça-feira, 12 de junho de 2012

Como lidar com clientes que gostam de atrapalhar

Sartre disse que o inferno são os outros. Nem tanto – o inferno pode ser os clientes enrolados e os desvios que propõem. Para não se perturbar, use suas táticas preventivas. Clientes são importantes para os negócios porque representam a ligação mais forte entre você e o dinheiro que você precisa receber todo mês. São eles que vão pagar e esperam receber um bom trabalho em troca. Manter o cliente satisfeito não é apenas uma questão de educação; é a peça chave para atingir sua meta nos negócios e fazer dinheiro. Com o tempo você vai se tornando um expert no relacionamento com os seus clientes. Aprende a distinguir os mais importantes e identificar o que eles precisam. Não existe uma forma padrão de tratamento para todos. E sempre aparecem no caminho certas figuras com atitudes manjadas que podem desviar você de seus objetivos. Veja alguns destes tipos e o caminho para neutralizá-los. O sabe tudo Possui um repertório infinito de sugestões capaz de irritar o mais calmo dos monges budistas. Pensa que sabe mais sobre o trabalho do que você e tem sempre uma maneira melhor e mais inteligente de executar uma tarefa. Tática: ouça as idéias porque elas podem servir para alguma coisa. Entretanto, deixe bem claro que você é um profissional, que sabe o que está fazendo e que o processo que você está usando produzira um bom resultado. Se ele continuar a interferir, diga que você pode escutar todas as suas sugestões de mudanças depois que o trabalho estiver pronto. Desta forma você poderá cobrar taxas extras para cada alteração feita depois da entrega do trabalho. O negociador Simpáticos tapinhas nas costas, gargalhadas indiscretas e piadas sem graça são marcas registradas. Intimidade é sua principal armadilha. Começa com um convite para uma cerveja no bar na esquina e termina com a história das dividas que o sócio deixou antes de fugir para Bahamas que vem acompanhada de um pedido de atraso no pagamento. Tática: Não crie laços de amizade. Chame-o sempre de senhor para provar que sua relação com ele é estritamente profissional. Recuse convites com desculpas educadas e não ceda a chantagem emocional (você não é uma entidade filantrópica). O Pilatos Se você vê-lo mais duas vezes depois da assinatura do contrato será um milagre. É do tipo que não faz a mínima questão de saber o que está acontecendo e que só aparece no dia da entrega do trabalho. Nunca tem tempo para conversar sobre problemas e quando não gosta de alguma coisa diz que não foi informado sobre nenhuma mudança. Tática: se falar com ele é uma odisséia, escreva. Faça relatórios periódicos e peça uma assinatura de aprovação. Eles servirão como prova de defesa caso no futuro, você seja acusado de omitir informação. Mas não envie nada por correio nem deixe de pegar os papéis depois. Vá atras do cliente pessoalmente e só saia de perto depois que ele tiver assinado todas as folhas. O esquecido Infelizmente, é um tipo de cliente muito comum. Sofre de amnésia no dia do pagamento, que pode se estender por mais de uma semana. Quando cobrado, costuma repetir frases do tipo “a secretária esqueceu de colocar o cheque no correio” ou “ah sim, vou fazer isso hoje”. Se você é uma pessoa muito otimista ou acredita em Papai Noel, pode estender seu prazo normal de 30 dias para dois meses ou três meses. Se estiver precisando de grana em dia é melhor se proteger desse tipo de cliente. Tática: Inclua uma cláusula de depósito no contrato, determinando a data do pagamento e multa por atraso. Você também pode exigir parte do pagamento adiantado sem problemas. O desesperado Mal começou o trabalho e ele quer saber se o prazo vai ser cumprido. Liga dez vezes ao dia para saber o que está acontecendo, entope a caixa postal do seu celular de recados e entra em pânico se você disser que há algum problema. Tática: não deixe contagiar pelo estresse do cliente. Antes de atender o telefone, respire fundo e conte até dez. Use o contrato para mostrar que as coisas estão indo conforme planejado e, se estiver com problemas, assegure sempre que tudo está sobre controle (mesmo que não esteja). Um manual básico Trate os clientes como você gostaria de ser tratado. Se você for anti-profissional com eles espere o mesmo; Pegue o máximo possível de informações que puder por escrito e exija assinaturas em todos os documentos; Evite intimidades; Seja firme ao fixar um preço. Independente do poder econômico do cliente; Seja franco e não esconda nenhum dos termos e condições do contrato; Faça reuniões periódicas para que o cliente acompanhe seu trabalho e não tenha surpresas no final;

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Bom nível de emprego e aumento da renda no Brasil estimulam o desenvolvimento do setor de alimentação

A taxa de desemprego ficou em 5,7% em fevereiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das menores da história. O rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 1,699,70, o que representou avanço de 1,2% sobre janeiro. Esses fatores estimulam o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação, pois os brasileiros com mais dinheiro no bolso podem comprar mais refeições fora de casa. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5 milhões de empregos. E toda essa força também favorece os pequenos e médios negócios, como marmitarias e buffets. Segundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP, bem administrada uma empresa como essa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta. Passos Ela orienta que um dos passos iniciais para quem quer entrar no ramo de marmitarias ou buffets, antes de pensar em custos, é a elaboração do cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar para o seu cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio. Para isso ser feito com segurança, um plano de negócio deve ser elaborado. Tudo isso para ter um planejamento anual, mais longo, ou seja, diminui a chance de tomar decisões apressadas ou erradas. “Isso ajuda principalmente depois do negócio formalizado e constituído, onde deverá ser previsto os períodos de risco, como a sazonalidade de produtos, dos serviços e das demandas”, diz. Formalização Para quem abre um negócio, a informalidade é sempre uma dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais do país e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer. Uma alternativa para os pequenos se legalizarem é o Empreendedor Individual, programa do Ministério do Desenvolvimento que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10. É uma boa dica para quem pensa em marmitaria. Isso dá direito a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. Veja mais em www.portaldoempreendedor.gov.br. Dinheiro Também há instituições que emprestam dinheiro para pequenos empresários cobrando juros baixos. O Banco do Povo Paulista, por exemplo, cobra 0,5% ao mês (veja mais em www.bancodopovo.sp.gov.br). Também existe o programa nacional de microcrédito Crescer, que atende nos bancos públicos Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, com juros de 0,6% ao mês (veja mais em www.caixa.gov.br/voce/Credito/mpo_crescer/index.asp). Fonte: Diário de São Paulo – 25/03/2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

EMPRESAS NÃO MORREM DE HEMORRAGIA Empresas morrem sangrando lentamente. Uma gota de sangue por hora e as forças vão se exaurindo aos poucos. Como o processo é demorado, as pessoas "acostumam-se com a paisagem" e tudo parece normal, mas a empresa está minguando. Um ano depois do início do sangramento pouco intenso, a organização já não tem forças para fazer certos investimentos que fazia no passado, mas ninguém enxerga. Culpa-se a crise financeira, o governo, o concorrente ou encontra-se qualquer outra desculpa esfarrapada. Mas empresa continua doente. Empresas não morrem de hemorragia. Quando esta acontece, a correria é imediata e, incrivelmente, os prejuízos são menores. O problema é a gotinha de sangue perdida a cada hora. Passa desapercebida e vai matar a organização. Exemplos de gotinhas de sangue? A lista é imensa. Veja alguns casos: 1. O cliente que reclama e não recebe qualquer atenção. 2. O produto devolvido. 3. O funcionário demitido (todo o investimento feito nele vai para o ralo). 4. A venda perdida (invisível para muitas empresas). 5. A análise de crédito mal feita e que mata uma venda. 6. A inadimplência que poderia ser evitada. 7. A tolerância com fornecedores ruins. 8. A arrogância de diretores que fingem não ouvir os problemas reportados por suas equipes. 9. A falta de franqueza em uma reunião. 10. A política em excesso nos níveis superiores da hierarquia. 11. Pessoas ociosas. 12. Todo tipo de retrabalho 13. Erros repetitivos – sempre o mesmo erro. 14. O representante comercial que fala mal da própria empresa para o cliente. 15. O desperdício de materiais e de energias. Sua empresa provavelmente perde um pouco de sangue todo dia. O nível da perda é conhecido e controlado? O sangue é reposto conscientemente? Há esforços claros e organizados para reduzir a sangria? Um empresário me disse: "...podemos até perder sangue, mas estamos crescendo". Perguntei como o crescimento da empresa dele comparava-se ao crescimento de seus concorrentes e do segmento onde ele atua. Era menor. Quando se cresce menos do que os outros, estamos reduzindo nosso tamanho. Crescer é crescer mais do que os outros. Senão, não é crescimento. Empresas não morrem de hemorragia. Morrem à míngua.

quarta-feira, 21 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A construção da PDG como uma marca nacional

Após quatro aquisições em quatro anos, a PDG tornou-se a maior incorporadora do país. Agora, parte para um desafio inédito no setor: transformar suas seis marcas em uma. Obra da PDG no Rio de Janeiro: a sigla ganhou novo significado com a unificação das marcas Poucas empresas souberam tirar proveito do excelente momento vivido pela economia brasileira como a incorporadora PDG. Surgida como um braço de investimentos do banco Pactual em 2003, a companhia adquiriu quatro empresas nos últimos quatro anos, tornando-se a maior do setor, com 10 bilhões de reais em valor de mercado. (A Cyrela, segunda colocada, vale 6,7 bilhões de reais na bolsa.) Agora, passado o frenesi de aquisições, a PDG parte para seu mais novo desafio: construir uma marca nacional, algo inédito no mercado imobiliário brasileiro. As atuais seis marcas da incorporadora — PDG Realty, Goldfarb, Agre, CHL, Asa e LN — foram abandonadas e o nome da holding foi escolhido para batizar todos os empreendimentos, não importando o público para o qual eles se destinam. Desde o final de fevereiro, todos os letreiros dos escritórios e os tapumes das obras da empresa passaram a estampar o novo logotipo da incorporadora. “Passada a onda de aquisições, era hora de parar e colocar a casa em ordem”, diz José Antonio Grabowsky, presidente da PDG. “Começamos pela marca, porque é a mudança que primeiro aparece para o cliente.” A decisão de manter o nome PDG foi tomada após a realização de uma série de testes com 1 200 consumidores. A primeira leva ocorreu entre agosto e novembro de 2009. Nesse período, a consultoria Copernicus, especializada em marketing, entrevistou 400 pessoas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas que haviam adquirido um imóvel até três anos antes. As conversas revelaram que 90% desses consumidores não se lembravam do nome da incorporadora responsável pelo apartamento comprado — muitos se referiam à Caixa Econômica Federal como dona do projeto ou lembravam apenas da imobiliária envolvida na venda. A partir daí, os executivos da PDG decidiram que era necessário construir uma marca única, reduzindo, assim, as chances de diluir ainda mais a atenção de potenciais compradores. Na segunda bateria de testes, realizada com 20 grupos de, em média, dez pessoas cada um nas mesmas cidades entre janeiro e julho de 2010, os pesquisadores apresentaram seis marcas aos entrevistados — cinco fictícias e a própria PDG. Como os atributos mais valorizados nessas conversas eram solidez e capacidade de entrega, a empresa decidiu manter o nome que já tinha, aproveitando a herança de sua origem no mercado financeiro. Com uma diferença: a sigla PDG, que nasceu como Pactual Desenvolvimento e Gestão Realty, passaria a significar Poder de Garantir. (O termo “realty” foi abandonado após a pesquisa mostrar que a maioria dos brasileiros não o compreendia.)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

TETRA PAK - A HISTÓRIA



Proteger significa manter seguro, defender, salvaguardar, nutrir e cuidar. Bom significa possuir a qualidade adequada, ser gentil, benevolente e íntegro. Proteger o que é bom, é o slogan perfeito para uma empresa que zela pela sua saúde. Para a maior parte das pessoas TETRA PAK é sinônimo de embalagens cartonadas para leite, sucos e outras bebidas. Mas na verdade, a empresa pode oferecer muito além de embalagens. A TETRA PAK é, hoje, uma empresa de soluções integradas, que trabalha desde o processamento dos alimentos até o envase, tendo ampliado sua atuação para outros setores, como o de queijos e sorvetes.
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A história
A história da TETRA PAK tem início quando seu fundador, o Dr. Ruben Rausing, um sueco na época cursando a universidade de Harvard nos Estados Unidos, descobriu as lojas de conveniência. Ele achou que a novidade americana iria, muito em breve, se espalhar pela Europa. As empresas, então, precisariam de embalagens práticas para acondicionar e preservar os alimentos, muitos até então vendidos a granel. Ao voltar para a Suécia, ele, não conseguindo convencer seu empregador a desenvolver um novo conceito de embalagens, abriu sua própria empresa em 1929 juntamente com Erik Åkerlund, a Åkerlund & Rausing, na cidade de Malmö. O primeiro produto da empresa foi uma embalagem de dois quilos para acondicionar farinha. Em 1933, Ruben comprou a parte de Åkerlund e em 1939, mudou a empresa para a cidade de Lund com o objetivo de “se livrar” da burocracia existente na cidade de Malmö que dificultava sua expansão. Após relativo sucesso com embalagens para produtos secos, como açúcar e farinha, a empresa passou a produzir em 1943 caixas de papel para leite.

Erik Wallenberg, assistente de laboratório da Åkerlund & Rausing, inventou a embalagem cartonada (papel com plástico), em formato de tetraedro (quatro faces, triangular, base horizontal), a qual Harry Järund desenvolveu. Em 1946 a idéia estava pronta. Esta embalagem foi batizada de Tetra Classic e iniciaria uma mudança na forma como os alimentos eram envasados e distribuídos ao redor do mundo. Em 1951 na cidade de Lund, juntamente com Erik Wallenberg, o Dr. Ruben fundou a empresa AB TETRA PAK, como uma subsidiária da Åkelund & Rausing, e apresentou oficialmente à imprensa, em 18 de maio, a primeira embalagem. No ano seguinte a empresa já comercializava sua primeira máquina de embalagens cartonadas. O creme de leite foi o primeiro produto a ser embalado pela TETRA PAK. Em 1955, as embalagens da empresa sueca começaram a acondicionar leite pasteurizado pela primeira vez. Foi nesta época que a primeira máquina foi exportada para a cidade de Hamburgo na Alemanha. Dois anos depois a empresa iniciou suas operações no Brasil e contratou o craque Pelé como o primeiro garoto propaganda da marca. No final desta década a empresa produzia cerca de 1 bilhão de embalagens, tendo a capacidade aumentada com o licenciamento de seu processo em 8 países.

Os anos 60 foram cheios de novidades. Primeiro, começou com a inauguração de sua primeira fábrica no exterior, localizada no México. Pouco depois, em 1961, o Dr. Ruben uniu os conceitos de ultrapasteurização e embalagem asséptica, criando a embalagem que protegeria o leite, sem necessidade de conservantes e refrigeração. Era o surgimento da embalagem Longa Vida ou UHT (do inglês Ultra High Temperature), que permitia que o leite e outros alimentos líquidos perecíveis pudessem permanecer nas prateleiras dos pontos de venda por mais de seis meses sem refrigeração ou conservantes. Ao integrar alumínio de barreira e polietileno com o papelão e utilizar uma técnica especial para esterilizar o conteúdo da embalagem, a tecnologia asséptica garantia que tanto o alimento como a embalagem estivessem livres de bactérias nocivas. Na década de 90, o Institute of Food Technologists, entidade sediada nos Estados Unidos, que reúne cientistas e pesquisadores do setor de alimentação, declararia o processo longa vida (que combina a ultrapasteurização e a embalagem asséptica) como o maior avanço da área alimentícia da última metade do século.

No ano de 1977, o sistema de envasamento Tetra Brik foi introduzido nos Estados Unidos, sendo formada a empresa Brik Pack Inc. Nesta época, a produção anual da empresa rompia a barreira das 20 bilhões de unidades. Em 1991 a empresa comprou a Alfa-Laval, uma das maiores fornecedores de equipamentos para a indústria de alimentos e agricultura, formando o grupo TETRA PAK ALFA-LAVAL. A empresa passou então à oferecer aos seus clientes sistemas completos, integrando as linhas de processamento, envase e distribuição de produtos. Com isso a TETRA PAK cresceu muito produzindo em 2004 mais de 110 bilhões de embalagens.

Durante toda sua história a TETRA PAK demonstrou ter a inovação em seu DNA: foi a primeira empresa a lançar a embalagem cartonada para alimentos líquidos, a primeira embalagem cartonada longa vida, a primeira tampa moldada na embalagem (FlexiCap), a primeira tampa de rosca para embalagens cartonadas, a primeira embalagem cartonada do mundo para alimentos sólidos, entre outros. Por tudo isso, hoje em dia, a empresa conta com uma equipe de pesquisa e desenvolvimento voltada ao mercado à frente das tendências de consumo, desejos do consumidor e futuro da indústria alimentícia. Os consumidores buscam cada vez mais praticidade e são crescentes as tendências de adquirir produtos em embalagens que sejam práticas, funcionais e 100% recicláveis. E a TETRA PAK existe justamente para atender a esses desejos de praticidade, segurança e higiene. Hoje em dia as embalagens e equipamentos de processamento da TETRA PAK são utilizados em todo o mundo para uma série de alimentos, incluindo leite, suco de frutas, água, molho de tomate e cremes, sopas, sobremesas, sorvete, queijos e até vinho.

A linha do tempo
1954
● Apresentação da primeira máquina de embalagem de 1/2 litro para leite, feita em cartolina chamada de Tetrahedron.
1957
● Introdução da máquina de envasar embalagens de leite de 1 litro.
1963
● Lançamento, na cidade de Motala na Suécia, da embalagem TETRA BRIK, conhecida como embalagem Longa Vida. Um dos objetivos da embalagem era proteger o seu conteúdo e neste sentido a Tetra Brik Aseptic era muito eficiente, pois mantinha bactérias e outros microorganismos longe de alimentos como leite e suco de frutas, preservando-os por muitos meses. Nenhum conservante artificial era adicionado, sendo, portanto, um alimento 100% natural.
1966
● Lançamento da embalagem Tetra Brik de 300 ml.
● Instalação na Suécia da primeira máquina para produzir as embalagens TETRA REX, ideais para produtos refrigerados.
1981
● Pela primeira vez o vinho é envasado em embalagens TETRA BRIK ASEPTIC. Isto ocorreu na Argentina.
1984
● Lançamento de mais três tamanhos da embalagem Tetra Brik: de 375ml, 500ml e 750ml.
1986
● Lançamento da TETRA TOP, embalagem retangular com cantos arredondados e fácil sistema de abertura.
1993
● Lançamento do novo sistema de abertura das embalagens chamado ReCap, facilitando a utilização das mesmas.
1996
● Lançamento da embalagem TETRA WEDGE, com um formato divertido, diferenciado e inovador, foi desenhada sob medida para agradar ao público infantil.
● Lançamento da TETRA PRISMA, embalagem octogonal de 330 ml com abertura que permitia consumir o produto diretamente da embalagem de forma prática e higiênica.
1997
● Lançamento da embalagem TETRA FINO, especificamente desenvolvida em formato geométrico não rígido, sendo apontada como uma solução econômica para envase de leite que atende as necessidades básicas de segurança e higiene em mercados pouco desenvolvidos.
1998
● Lançamento da FlexiCap, uma tampa flexível, à prova de violações, aplicada nas embalagens Tetra Brik Aseptic. A tampa permite abrir e fechar o leite longa vida, facilitando o armazenamento do produto na geladeira de maneira simples, prática e higiênica.
1999
● Lançamento do sistema TETRA REX TR/18 ESL, que utilizando tecnologia avançada de higiene permitia o envase de produtos frescos e sucos ácidos com validade de 90 dias.
2002
● Lançamento da embalagem TETRA FINO com canudinho. O produto se tornou um sucesso imediato, principalmente na China.
● Lançamento das primeiras embalagens para acondicionar produtos feitos a base de soja.
2004
● Lançamento da TETRA RECART, uma linha de embalagens que utilizam tecnologia de esterilização intra-embalagem, criando uma alternativa válida para o acondicionamento de uma grande variedade de produtos (como frutas e vegetais) que até então eram embalados usando latas de alumínio ou recipientes de vidro. Foi a primeira embalagem longa vida que preservava alimentos sólidos e semi-sólidos sem necessidade de refrigeração ou adição de conservantes, mantendo o sabor e as propriedades nutricionais do alimento. Ela é firme, mas flexível, não quebra e não corta, trazendo maior segurança para o consumidor, com uma abertura fácil através de seu sistema de perfuração a laser.
2005
● Anunciou a única embalagem antibacteriana capaz de dar resposta ao crescente mercado de molhos pré-preparados tanto para o consumidor como para empresas da área da restauração. A embalagem que contém o molho é colocada diretamente dentro do micro-ondas após ter sido aberta, levando apenas um minuto ou dois (dependendo do molho e da potência do micro-ondas).
2007
● Lançamento da TETRA GEMINA, embalagem de um litro, com aparência moderna, ideal tanto para sucos quanto para produtos lácteos. A embalagem combina a eficiência, segurança e benefícios nutricionais da embalagem asséptica com funcionalidade e imagem de frescor. A Tetra Gemina é uma embalagem sofisticada, direcionada para os consumidores que apreciam design e funcionalidade. A embalagem vem equipada com StreamCap, uma tampa de rosca de alta qualidade que traz praticidade ao consumidor.

O nome
O nome TETRA PAK foi escolhido quando a primeira embalagem estava sendo desenvolvida. A embalagem continha quatro lados, muito parecida com a figura geométrica chamada tetraedro (em inglês tetrahedron). Tetra significa quatro na língua grega e Pak é uma abreviação utilizada para a palavra embalagem ou pacote (pack em inglês).

A sede
Apesar da sede administrativa do Grupo estar localizada na cidade suíça de Lausanne, a principal e mais conhecida sede da TETRA PAK se encontra na cidade de Lund, na Suécia. Com cerca de 3.500 funcionários, esta sede é uma impressionante demonstração da inovação e desenvolvimento da empresa, abrigando a maior fábrica da TETRA PAK no mundo, além do principal centro de estudos e pesquisas da empresa. O complexo ainda abriga uma escola de treinamento para clientes, onde é ensinado o manuseio das máquinas e técnicas de produção. Outra função da sede sueca é servir como centro comercial de demonstração dos produtos TETRA PAK.

Empresa do bem
A TETRA PAK implantou programas de alimentação nas escolas em mais de 35 países. Também participa de projetos para aliviar os efeitos de desastres por todo o mundo, além de apoiar programas para crianças em áreas menos privilegiadas. Utiliza papel retirado de florestas adequadamente administradas e apóia ativamente atividades de reciclagem por todo o mundo. Todas as fábricas da TETRA PAK são certificadas de acordo com um padrão ambiental mundial e todas as subsidiárias participam de atividades ambientais pró-ativas. A empresa acredita em liderança industrial responsável, criando crescimento rentável em harmonia com a manutenção ambiental e cidadania corporativa adequada. Em 2010, a empresa esperava reciclar mais de 30 bilhões de embalagens.

Dados corporativos
● Origem: Suécia
● Fundação: 1951
● Fundador: Ruben Rausing e Erik Wallenberg
● Sede mundial: Lausanne, Suíça
● Proprietário da marca: Tetra Laval S.A.
● Capital aberto: Não
● Chairman: Larry Pillard
● Presidente & CEO: Dennis Jönsson
● Faturamento: €8.5 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 53
● Embalagens produzidas: + 145 bilhões
● Presença global: 170 países
● Presença no Brasil: Sim (2 fábricas)
● Funcionários: 21.600
● Segmento: Embalagens
● Principais produtos: Embalagens cartonadas Longa Vida
● Ícones: A embalagem Longa Vida
● Slogan: Protects what's good.
● Website: www.tetrapak.com
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A marca no mundo
A TETRA PAK atua em 170 países, com 42 fábricas de embalagens materiais, além de 11 fábricas de equipamentos e 11 centros de pesquisas. A empresa, com sede na cidade suíça de Lausane, tem mais de 21 mil funcionários. Todos os dias mais de 400 milhões de embalagens TETRA PAK são distribuídas ao redor do mundo. Em 2010 foram mais de 145 bilhões de embalagens TETRA PAK entregues no mundo inteiro. Presente no Brasil desde o final da década de 50 é líder no fornecimento de equipamentos de processo, máquinas de envase, equipamentos para distribuição e embalagens cartonadas e plásticas para alimentos líquidos (leite, sucos, chás e água de coco) e viscosos (maionese, molhos de tomate e goiabada). Além disso, fabrica vários tipos de canudos como reto, em formato de U, telescópico e sensorial (derrama o líquido diretamente na boca do consumidor, tornando o ato de beber uma experiência sensorial). Hoje, a empresa tem aproximadamente 93% do mercado brasileiro de embalagens longa vida para leite. No total do mercado de embalagens longa vida, estima-se que a participação chegue aos 95%.