quarta-feira, 17 de julho de 2013

6 regras que as pessoas de sucesso não quebram

Alguns aspectos são comuns às pessoas bem sucedidas, dizem os especialistas. Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitude que impulsiona a escalada na carreira profissional. 1 Ação permeada pelo entusiasmo “São pessoas que têm entusiasmo pelo que fazem”, diz Sueli Volpiano, consultora em desenvolvimento profissional e coach. Ela relaciona o entusiasmo e prazer pela ação ao alinhamento da atividade à missão que a pessoa entende ter no mundo. “O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida”, diz Sueli. Sem entusiasmo não há superação, destaca Eliane. “A pessoa faz por fazer e não vai sair daquilo, fica na mesmice”, diz. Mas, estar em um emprego ainda distante dos seus sonhos não precisa ser uma razão para perder o entusiasmo, segundo Sueli. Ela ressalta que muitas vezes o trabalho atual pode ser distante missão que a pessoa entende ter na vida, mas se for encarado como uma etapa de um plano maior, a motivação não diminui. “Isso acontece quando a pessoa entende importância daquela etapa”, diz. 2 Não ter medo de errar O medo paralisa o risco é não sair do lugar. “Um dos aspectos marcantes é que são profissionais que não têm medo de errar”, diz Eliane Figueiredo. Segundo ela, são pessoas que têm objetivos e se lançam em ações sabendo do risco de dar errado. “E se as coisas dão errado, lançam alternativas, e a gente sabe que muitas boas ideias surgem a partir de erros”, diz. 3 Comprometer-se com o resultado O prazer está no processo, na ação para o resultado. Mas as pessoas bem sucedidas não perdem de vista a meta. O comprometimento com ela é visível, segundo os especialistas. “São pessoas que não prometem o que não podem cumprir”, diz Eliane. Encarar obstáculos e não se deixar vencer por dificuldades é uma das características de quem mantem o compromisso com o resultado, lembra a especialista. “São pessoas que vão atrás, não se abatem e resolvem os problemas”, explica Eliane. 4 Ter em vista o objetivo de carreira Uma das regras do sucesso profissional é saber aonde se quer chegar. O prazer está no caminho, mas ele leva a um destino e defini-lo, ainda que deixando espaço para eventuais ajustes na rota, é um ponto importante para saber qual trilha seguir. “É desfrutar do caminho, mantendo em vista aonde quero chegar”, explica Sueli. 5 Investir na comunicação e no poder de influência “A habilidade de comunicação é um aspecto fundamental nas pessoas de sucesso”, diz Sueli. Um bom comunicador também sabe ouvir e tendo em vista o seu destino sabe que no meio do caminho existem pessoas, destaca a especialista. “A gente não trabalha sozinho”, diz Eliane. Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. “Quando se constrói alianças é possível influenciar as pessoas”, diz Eliane lembrando que pessoas de sucesso são inspiradoras. “Elas motivam outras pessoas a comprar suas ideias e a ir junto com elas”, diz a diretora presidente da Projeto RH. Sueli também lembra que dentro desta habilidade na comunicação há também a capacidade de ser flexível para se adaptar ao contexto. “São profissionais que percebem os sinais do meio e das pessoas e promovem ajustes”, diz. 6 Não se esquecer da vida pessoal O sucesso é genuíno quando ele não tem como custo a anulação da sua vida pessoal. “ Em executivos de nível sênior ter deixado a vida pessoal de lado é motivo de grande arrependimento e até depressão”, diz Eliane. Por isso, o equilíbrio é deve ser a regra de ouro e as duas especialistas recomendam a inclusão de um tempo de descanso na agenda. “Reservar um momento para si é bom para fazer uma avaliação da trajetória. Quando a pessoa está mergulhada no processo pode perder elementos importantes até relacionados aos seus objetivos finais”, diz Sueli.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Categorização de restaurantes pela Anvisa. Conheça todos os detalhes.

A proposta de categorização dos serviços de alimentação no Brasil é uma iniciativa pioneira, baseada em experiências bem-sucedidas em várias cidades do mundo, como Nova Iorque e Londres, e em países como Nova Zelândia e Dinamarca. No Brasil, essa categorização será implementada na forma de um projeto que faz parte das ações previstas para a Copa do Mundo Fifa 2014 no âmbito das iniciativas do setor saúde. A categorização tem o objetivo de informar o consumidor sobre as variações existentes em relação à qualidade sanitária dos estabelecimentos de alimentação que estão autorizados a funcionar. Ela consistirá em classificar os restaurantes com base em um instrumento de avaliação elaborado a partir da RDC nº 216/2004, que trata das boas práticas em serviços de alimentação. Essa proposta será apresentada aos brasileiros em forma de projeto-piloto que terá duração de dois anos. A categorização dos serviços de alimentação no âmbito do projeto-piloto já estará disponível na Copa do Mundo Fifa 2014 . Irão participar do projeto as seguintes cidades-sede da Copa: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Para estimular a adesão ao projeto, o Governo destinou aproximadamente R$ 5 milhões, que devem ser investidos na capacitação dos profissionais das vigilâncias sanitárias municipais e na aquisição de tecnologia. Os recursos serão repartidos entre as cidades-sedes participantes, de acordo com o número de restaurantes existentes em cada uma delas. O objetivo da categorização é melhorar o perfil sanitário dos estabelecimentos de alimentação, com a conscientização do cidadão e da responsabilização do setor regulado pela garantia do cumprimento de regras, padrões e protocolos validados pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Veja o questionário de avaliação que será utilizado pela Anvisa para a classificação dos estabelecimentos: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/anexo/anexo_prt0817_10_05_2013.pdf No link a seguir consta a portaria com instruções detalhadas sobre a Classificação dos restaurantes. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0817_10_05_2013.html