Crianças mal acabam de nascer e seus pais já estão preocupados com o seu futuro profissional. Todas as inquietações que passamos a ter somente quando adultos são transferidas automaticamente para os rebentos. O que isso pode significar para o futuro das nossas crianças?
Por Leandro Vieira
Crianças mal acabam de nascer e seus pais já estão preocupados com o seu futuro profissional. Todas essas inquietações que passamos a ter quando adultos são transferidas automaticamente para os rebentos: precisam aprender vários idiomas, precisam ser líderes (essa é boa!), precisam saber ganhar dinheiro, precisam saber falar em público, precisam ser atletas...
Os estímulos discretos (e, muitas vezes, inconscientes) que a nossa geração recebeu quando criança são substituídos por cursos direcionados a desenvolver competências específicas na garotada de hoje. Pela manhã, aula no colégio; à tarde inglês, natação, algum tipo de reforço escolar, mandarim e mais alguma atividade se houver uma brechinha de tempo; à noite - sem descanso, preguiçoso! -, preparar as atividades da escola para o dia seguinte. É a educação espartana dos tempos modernos.
Ninguém sabe se isso dará certo mais na frente. Trata-se de uma paranóia recente, e nenhuma das cobaias chegou ainda à idade adulta. O que se pode comprovar, até o momento, é que os resultados não são muito positivos: mau humor, crianças competitivas e pouco sociáveis, infância reduzida e o surgimento de uma espécie de mini-adultos estressados e ansiosos. Sem tempo para brincar, abstrair e divagar, essas crianças não chegam a descobrir seus verdadeiros talentos. E, de tanto se ocupar com diversas atividades, acabam não se tornando bons em nenhuma delas. Outra consequência nefasta desse tipo de criação, e que pode comprometer a formação do "futuro líder", é justamente a ausência de um dos elementos fundamentais para o sucesso em qualquer profissão: a criatividade.
E, de fato, a produção de ideias é o motor que move o mundo. O sociólogo italiano Domenico de Masi, autor do conhecido livro O Ócio Criativo, é totalmente contrário à nossa cultura ocidental centrada na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. O autor defende um contraponto necessário à essa cultura, privilegiando uma educação baseada na criatividade: "Educar um jovem para a criatividade significa ajudá-lo a individualizar a sua vocação autêntica, ensinar-lhe como escolher os parceiros certos, como encontrar ou formar um contexto gerador de criatividade, como colocar a mente à vontade, como alimentá-la de liberdade e como estimulá-la, até que, em colaboração com as mentes dos seus colegas, dê à luz a ideia certa. Significa, acima de tudo, educá-los para não temer o fluir incessante das inovações", afirma De Masi.
Outro dia, pesquisando a futura escola dos nossos filhos, eu e minha esposa nos deparamos com alguns absurdos educacionais inconcebíveis. Uma das escolas estampava o slogan "Nós preparamos seu filho para o vestibular". Vestibular? Como assim? Sim, nessa escola, a preocupação com o vestibular começa cedo, assim que termina a alfabetização. Outro colégio estabelecia um ranking dos alunos de acordo com as suas notas. Imaginem como se sentem o primeiro e o último dessa classificação: enquanto um se acha "o cara", o outro se sente o último dos mortais... Essas escolas poderiam mudar o seu slogan para algo do tipo: "Nós formamos os idiotas do futuro".
Como pai de primeira viagem (e embarcando na segunda!), também nutro certas preocupações com o futuro dos pimpolhos. Sei que devemos estimular nossos filhos a se desenvolverem plenamente para que, ao chegarem na idade adulta, tenham um determinado número de competências que os permita enfrentar as agruras da vida com segurança. Por outro lado, sou totalmente contrário à imposição de uma rotina estressante de atividades e, o pior, tolher o direito de nossos filhos de aproveitar a sua própria infância - certamente, a melhor fase da vida, e também a mais curta.
Há alguns anos, muito antes de sonhar em ser pai, fiquei bastante encantado com uma passagem de um dos livros de Howard Gardner, o criador da Teoria das Inteligências Múltiplas, mais do que adequada para finalizar essa breve reflexão:
"Quero que meus filhos entendam o mundo, mas não apenas porque o mundo é fascinante e a mente humana curiosa. Quero que eles compreendam o mundo para fazer dele um lugar melhor."
E o seu filho, o que vai ser quando crescer?
terça-feira, 30 de março de 2010
O que seu filho vai ser quando crescer?
Postado por Arnaldo Andrade às 14:16
Briga entre sócios não é o fim. Tem solução.
Fiz uma análise em meu banco de dados das empresas para as quais dei assistência e chama atenção o número de empresas que apresentavam problemas entre sócios. Brigas. Incompatibilidades na forma de administrar. Desconfiança. Sócio que se empenha demais e sócio que se empenha de menos. E tantas outras situações que evidenciavam o completo desgaste da relação cordial dos sócios e o eminente desmanche da sociedade.
É curioso como todas as situações apresentavam um ponto em comum: a pessoalidade. Os sócios se magoavam entre si, considerando muito mais os interesses pessoais em detrimento dos interesses da empresa. Felizmente houve solução para todas as empresas. Lembro-me de casos que a empresa se manteve, mas a sociedade se desfez com um sócio comprando a parte do outro.
Mas, para a maioria bastou ampliar a consciência da sociedade, recuperar a percepção do investimento para a geração de resultados e redefinir os papéis dos sócios.
Afinal, não precisa ser amigo para ser sócio, não necessariamente precisa de relações de amizade para se ter relações de negócios. Nem precisa haver cordialidade. Basta ter os mesmos interesses empresariais.
Uma empresa é somente um organismo que “capta recursos”, “aplica recursos” para gerar “resultados”. Estes resultados levam o retorno do investimento aos sócios. E os riscos são sempre relacionados às decisões de caráter financeiro.
Pois bem, sócios com problemas devem recuperar o propósito de geração de resultados e definir quais dos sócios contribuirá realmente para a geração de resultados, com a “captação e aplicação de recursos” .
Pois sócio não ganha por trabalhar na empresa. Se o fizer, exercerá o papel de “empregado da empresa” com direito a pró-labore que remunera justamente o trabalho realizado. Sócio deve focar o resultado, o retorno do investimento.
Assim, a solução para as brigas entre sócios é descobrir qual a melhor forma de captação de recurso, a melhor forma de aplicação de recursos que levarão aos melhores resultados. Parece incrível, eu sei, mas o individuo com atitude de sócio deve tão somente controlar as condições para gerar os melhores retornos. Proteger seu investimento. Mesmo não participando da operação ou gestão da empresa. Já o sócio que trabalhar na empresa, precisa se comportar e ter atitude de funcionário da empresa, seja em nível operacional, seja em nível de decisão, mas sempre devendo satisfação aos sócios e a si mesmo, quando vestir o chapéu de sócio.
Briga entre sócios não é o fim, tem solução, basta definir adequadamente os papéis, as responsabilidades e os instrumentos de gerenciamento do investimento. Operar a empresa é papel para quem vestir o chapéu de Diretor ou ficar no comando, com delegação clara e devendo responsabilidades aos sócios. Não pode ser ao acaso.
Postado por Arnaldo Andrade às 07:57
segunda-feira, 22 de março de 2010
Cuidados ao contratar uma consultoria
Finalmente aconteceu. Uma Empresa de consultoria procurou você ou foi indicada por um amigo ou conhecido, no que o termo do mercado e chamado de “prospecção”, Leia com atenção o texto abaixo como um manual básico de como proteger a sua Empresa.

Parte 1 “A Venda do Diagnóstico”
Geralmente são dois consultores vendendo o trabalho, boa apresentação, terno, gravata, simpáticos, um deles com um notebook onde vão te mostrar uma bela apresentação do Power Point, cheia de promessas, números, fluxos, organogramas e gráficos e mostrar para você clientes importantes onde eles “dizem” que realizaram projetos, mais na verdade eles estão ali vendendo um produto apenas, como vender um aspirador de pó ou doces, esse primeiro contato e apenas venda, na verdade mais propriamente um bem articulado jogo comercial, eles tocam no ponto principal que “você” quer ouvir “Aumento de Receita e Redução de Custo” obvio demais, mais no calor da emoção você esquece isso e automaticamente você pensa:

“-meus problemas tem solução, minha Empresa está salva!!!”;
A euforia e a satisfação de estar realizando um investimento que vai trazer resultados reais para a sua Empresa pode trazer conseqüências graves para a sua organização em boa parte dos casos e no mínimo, prejuízo certo, seu dinheiro sendo jogado fora.

A primeira coisa que as chamadas consultorias de mercado vendem a você é um produto chamado “Diagnóstico”, sua Empresa será comparada a uma pessoa doente e a consultoria se identifica como médico, como um xamã salvador ou curandeiro, uma analogia que faz com que você tenha a impressão que realmente tem problemas graves, o que pode ser verdade ou não, o argumento inicial e que eles fiquem um período que pode variar de 25 a 40 dias dentro da sua Empresa, onde com sua autorização vão coletar dados em todos os setores e no final te apresentar um quadro de como está a sua organização, o que você não sabe e que para toda essa coleta de dados existem padrões que são repetidos em praticamente todas as empresas por onde eles passam, as informações referentes a sua Empresa são totalmente fornecidas por seus funcionários, depois eles passam questionários aos seus funcionários, montam fluxogramas de trabalho e finalmente coletam indicadores, uma simples coleta de dados e preenchimento de formulários que fornece números a partir dos seus dados, nenhum estudo realmente sério e colocado em prática, esse “Diagnóstico” e realizado sem nenhum fator técnico. Somente Observação e coleta. Eles fazem o doce com as suas frutas e ainda te cobram por isso.

A primeira coisa perguntada por eles é “quanto você fatura?” assim eles tem uma exata dimensão de quanto vão cobrar a você, não importa qual o valor do serviço vendido a você eles vão cobrar de acordo com o seu faturamento, então ao longo da conversa perceba, descobrir o seu faturamento e essencial para a estratégia de venda.

No fechamento desse diagnóstico será cobrado entre R$ 10.000,00 e R$ 20.000,00, obviamente se sua Empresa for de um porte menor eles de qualquer forma vão tentar ganhar alguma coisa, fechar um “mini-diagnóstico”, o fato e um somente, eles vão vender qualquer coisa para você, tenha em mente um detalhe, eles sempre estão dispostos a negociar o valor, desviam a sua atenção com isso de uma fator importante “se você precisa mesmo ou não fazer o diagnóstico, eles sempre vão dizer a você que sua Empresa está doente, e vão tentar vender uma tratamento neurologico para um resfriado”.

E o mais importante "Desconfie se a Consultoria apresentar um dos Logotipos Abaixo" são Empresas de grande porte onde eles provavelmente "NUNCA" fizeram trabalho algum, por serem grandes Empresas você não terá como checar se a informação e verdadeira, peça detalhes dos projetos executados e não deixe de conversar francamente com os Clientes apresentados por eles, dificilmente uma Empresa que tem esse tipo de atitude presta um bom serviço.
Postado por Arnaldo Andrade às 20:00
sábado, 20 de março de 2010
Como estabelecer a capacidade produtiva da minha empresa?
A Capacidade Produtiva é o valor máximo que define as saídas do processo produtivo por unidade de tempo. Para as pequenas empresas, esse tempo geralmente é o dia. Logo, a capacidade de produção de uma empresa seria as peças que ela consegue produzir por dia, utilizando os recursos disponíveis (máquinas, homens, terceiros, etc.).
A Capacidade Produtiva de uma empresa pode variar significativamente, dependendo da forma como ela trabalha.
Se trabalhar, contra o estoque, consegue um maior aproveitamento dessa capacidade, pois ajusta seus postos de trabalho a uma determinada programação de produção e nesse período, normalmente não a altera e desta forma, consegue uma produtividade maior.
Neste caso, tem condições de estimar uma previsão de vendas por tipo de produtos, modelos, etc. e alocar seus recursos produtivos baseados nessa previsão, conseguindo estabelecer, de forma mais exata, as necessidades de matéria-prima, mão-de-obra e equipamentos para um determinado período.
Se trabalhar contra os pedidos, há um aproveitamento menor de sua capacidade, pois freqüentemente está ajustando a mesma aos pedidos recebidos.
O mais comum nas pequenas empresas é que elas trabalhem contra os pedidos, pois a maior parte delas, não possui recursos para manter um estoque regulador de produtos acabados e também de matéria-prima e insumos.
Em ambos os casos, a Capacidade Produtiva pode ainda estar limitada pelos gargalos que são postos de serviços que já trabalham em sua capacidade máxima, sendo ela menor que a dos demais postos de trabalho.
Quando a empresa possui recursos para aumentar muito bem a capacidade deste posto de trabalho, ele deixa de ser o gargalo, mas geralmente, a pequena empresa não possui recursos para tal. Neste caso, temos sugerido um recurso que não onera a empresa e ainda pode conseguir um aumento de até 15% da capacidade produtiva. É o que chamamos de revezamento de pessoas.
A máquina ou o equipamento que é o gargalo para a empresa pode trabalhar as 8,75h diárias, sem interrupção. Basta para tanto, treinar mais um operador para trabalhar nesse gargalo. Esse outro operador pode e deve trabalhar, preferencialmente, em outro posto de trabalho, que tenha uma certa folga em sua capacidade produtiva, e no horário do almoço, faz-se o revezamento, pois cada operador almoça em horários diferentes. Desta forma, consegue-se, sem custo adicional, um acréscimo na capacidade produtiva.
Quando a empresa já trabalha 24h ininterruptas, podem-se efetuar os revezamentos nos finais de semanas.
O planejamento da capacidade produtiva deve ser feito, observando-se as previsões de demanda. Isto se faz necessário, pois o nível de utilização da capacidade efetiva de produção irá refletir nos custos unitários e, portanto, nos níveis de produtividade do sistema.
O número de unidades produzidas pelo número de recursos utilizados representa também uma forma importante de se medir a performance do sistema produtivo.
Postado por Arnaldo Andrade às 16:51
terça-feira, 9 de março de 2010
Conhecimento aplicado é poder

Durante um longo e cansativo voo, enquanto aguardava o sono, dediquei parte do tempo para refletir sobre temas que vão além da rotina profissional, do saber específico; mas que sustentam novas ideias, soluções e decisões no mundo executivo. Essa reflexão me levou a questionamentos sobre o conhecimento. O que é conhecimento? Como adquiri-lo? Qual o seu poder? Como transmiti-lo?
Os grandes pensadores da Grécia antiga, filósofos que influenciaram na formação da civilização europeia, tinham como prioridade a sabedoria. E para isso contavam apenas com uma inquieta companhia: a busca pelo verdadeiro conhecimento. Uma obstinação praticada em 400, 300 anos a.C, por meio da observação, reflexão e oratória.
Hoje temos à disposição cursos especializados e multidisciplinares, milhares de livros, trabalhos acadêmicos, jornais e revistas originários de todos os continentes, congressos, Internet, cursos a distância etc. Então, levamos vantagem em relação aos discípulos de Sócrates, Platão e Aristóteles, já que tal acesso a informação nos traz conhecimento?
Acredito que todas essas facilidades da civilização moderna nos oferecem um bom estoque de informação, ou seja, matéria-prima para a construção do conhecimento. Isso porque o conhecimento exige capacidade analítica das informações que nos chegam e uma dose de obstinação dos filósofos gregos para buscar o entendimento do mundo em que vivemos. Apenas assim não seremos aqueles que têm “uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada”, como definiu Charles Dickens.
Basta lembrar do pensador Peter Drucker. O pai da administração moderna possuía o poder do conhecimento, porque estudava o mundo, a natureza, o ser humano. E para elaborar seus conceitos recorria aos grandes pensadores da humanidade.
E o que Peter Drucker, o pai da administração moderna , fazia desse conhecimento? Debatia, disseminava seus estudos e visões e desenvolvia novos conhecimentos. Praticava o que defendia Platão, para quem “a coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”. E para difundi-lo? Utilizava o poder da palavra. Com simplicidade e objetividade, expressava suas idéias por meio da oratória eficiente, assim como Sócrates nas ruas de Atenas.
Os pensadores de todas as épocas nos ensinam: os conhecimentos específicos inovadores dependem do exercício do pensar, do abrir-se para conhecimentos multifacetados e da habilidade de expô-los e também aprimorá-los.
Portanto, acredito que na vida corporativa precisamos de “líderes pensadores”, capazes de “ler o mundo”, transmitir e aplicar o conhecimento. Precisamos de lideranças aptas a raciocinar com a tropa e não a tocar a tropa. Como bem disse Ítalo Calvino, “quando tenho mais ideias do que os outros, lhes dou essas idéias. Isso é comandar.” E complemento: isso é liderança. Isso é poder.
Postado por Arnaldo Andrade às 10:50
segunda-feira, 1 de março de 2010
DIPOA tira de linha o FLT – Frango Levemente Temperado

Em menos de um mês, ou seja, a partir de 15 de março de 2010, fica suspensa a produção de carcaças e cortes temperados de aves, bem como de produtos de aves “marinados” destinados à venda no mercado interno. A decisão é do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem – Animal (DIPOA) que, entre as razões arroladas para a proibição, alega o “combate à fraude econômica decorrente dos diferentes processos tecnológicos de produção e que redundam em retenção de água em níveis superiores àqueles naturalmente presentes nas carcaças de aves, seus cortes e demais produtos”. O DIPOA também justifica ser difícil definir com brevidade a metodologia adequada de avaliação do percentual de água em produtos temperados. A suspensão não se aplica às aves consideradas especiais (“frangos especiais resfriados e congelados, obtidos a partir de linhagens genéticas especializadas, com no máximo 75 dias no abate e com 3 kg de carcaça) e a perus, patos, marrecos e galinhas d’angola. Datado de 12 de fevereiro, o Ofício que definiu a medida também estabeleceu: 1 – Prazo de dez dias para apresentação ao SIF local, pelas empresas, da relação de produtos objeto da suspensão, visando ao cancelamento dos rótulos registrados; 2 – Apresentação diária, até 15 de março de 2010, de relação da produção de carcaças, cortes temperados e produtos “marinados”, com respectivos controles de estoque; 3 - Prazo-limite de sessenta dias (contados a partir da data de publicação do documento) para a comercialização dos estoques existentes. O DIPOA esclarece ainda que a medida é temporária e será cancelada assim que seja definida a metodologia analítica para avaliação do percentual de água em produtos temperados. O vindouro (e passageiro) desaparecimento do Frango Levemente Temperado não chega a surpreender a indústria. Há exatos dois anos, preocupada com as fraudes então observadas, parte do setor já preconizava a suspensão do FLT. Clique aqui para acessar a íntegra do Ofício-Circular do DIPOA que determina a suspensão de produção das aves levemente temperadas.
Postado por Arnaldo Andrade às 19:42