sexta-feira, 30 de março de 2012
Postado por Arnaldo Andrade às 11:21
quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
A construção da PDG como uma marca nacional
Após quatro aquisições em quatro anos, a PDG tornou-se a maior incorporadora do país. Agora, parte para um desafio inédito no setor: transformar suas seis marcas em uma. Obra da PDG no Rio de Janeiro: a sigla ganhou novo significado com a unificação das marcas Poucas empresas souberam tirar proveito do excelente momento vivido pela economia brasileira como a incorporadora PDG. Surgida como um braço de investimentos do banco Pactual em 2003, a companhia adquiriu quatro empresas nos últimos quatro anos, tornando-se a maior do setor, com 10 bilhões de reais em valor de mercado. (A Cyrela, segunda colocada, vale 6,7 bilhões de reais na bolsa.) Agora, passado o frenesi de aquisições, a PDG parte para seu mais novo desafio: construir uma marca nacional, algo inédito no mercado imobiliário brasileiro. As atuais seis marcas da incorporadora — PDG Realty, Goldfarb, Agre, CHL, Asa e LN — foram abandonadas e o nome da holding foi escolhido para batizar todos os empreendimentos, não importando o público para o qual eles se destinam. Desde o final de fevereiro, todos os letreiros dos escritórios e os tapumes das obras da empresa passaram a estampar o novo logotipo da incorporadora. “Passada a onda de aquisições, era hora de parar e colocar a casa em ordem”, diz José Antonio Grabowsky, presidente da PDG. “Começamos pela marca, porque é a mudança que primeiro aparece para o cliente.” A decisão de manter o nome PDG foi tomada após a realização de uma série de testes com 1 200 consumidores. A primeira leva ocorreu entre agosto e novembro de 2009. Nesse período, a consultoria Copernicus, especializada em marketing, entrevistou 400 pessoas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas que haviam adquirido um imóvel até três anos antes. As conversas revelaram que 90% desses consumidores não se lembravam do nome da incorporadora responsável pelo apartamento comprado — muitos se referiam à Caixa Econômica Federal como dona do projeto ou lembravam apenas da imobiliária envolvida na venda. A partir daí, os executivos da PDG decidiram que era necessário construir uma marca única, reduzindo, assim, as chances de diluir ainda mais a atenção de potenciais compradores. Na segunda bateria de testes, realizada com 20 grupos de, em média, dez pessoas cada um nas mesmas cidades entre janeiro e julho de 2010, os pesquisadores apresentaram seis marcas aos entrevistados — cinco fictícias e a própria PDG. Como os atributos mais valorizados nessas conversas eram solidez e capacidade de entrega, a empresa decidiu manter o nome que já tinha, aproveitando a herança de sua origem no mercado financeiro. Com uma diferença: a sigla PDG, que nasceu como Pactual Desenvolvimento e Gestão Realty, passaria a significar Poder de Garantir. (O termo “realty” foi abandonado após a pesquisa mostrar que a maioria dos brasileiros não o compreendia.)
Postado por Arnaldo Andrade às 05:15
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
TETRA PAK - A HISTÓRIA

Proteger significa manter seguro, defender, salvaguardar, nutrir e cuidar. Bom significa possuir a qualidade adequada, ser gentil, benevolente e íntegro. Proteger o que é bom, é o slogan perfeito para uma empresa que zela pela sua saúde. Para a maior parte das pessoas TETRA PAK é sinônimo de embalagens cartonadas para leite, sucos e outras bebidas. Mas na verdade, a empresa pode oferecer muito além de embalagens. A TETRA PAK é, hoje, uma empresa de soluções integradas, que trabalha desde o processamento dos alimentos até o envase, tendo ampliado sua atuação para outros setores, como o de queijos e sorvetes.
-
A história
A história da TETRA PAK tem início quando seu fundador, o Dr. Ruben Rausing, um sueco na época cursando a universidade de Harvard nos Estados Unidos, descobriu as lojas de conveniência. Ele achou que a novidade americana iria, muito em breve, se espalhar pela Europa. As empresas, então, precisariam de embalagens práticas para acondicionar e preservar os alimentos, muitos até então vendidos a granel. Ao voltar para a Suécia, ele, não conseguindo convencer seu empregador a desenvolver um novo conceito de embalagens, abriu sua própria empresa em 1929 juntamente com Erik Åkerlund, a Åkerlund & Rausing, na cidade de Malmö. O primeiro produto da empresa foi uma embalagem de dois quilos para acondicionar farinha. Em 1933, Ruben comprou a parte de Åkerlund e em 1939, mudou a empresa para a cidade de Lund com o objetivo de “se livrar” da burocracia existente na cidade de Malmö que dificultava sua expansão. Após relativo sucesso com embalagens para produtos secos, como açúcar e farinha, a empresa passou a produzir em 1943 caixas de papel para leite.
Erik Wallenberg, assistente de laboratório da Åkerlund & Rausing, inventou a embalagem cartonada (papel com plástico), em formato de tetraedro (quatro faces, triangular, base horizontal), a qual Harry Järund desenvolveu. Em 1946 a idéia estava pronta. Esta embalagem foi batizada de Tetra Classic e iniciaria uma mudança na forma como os alimentos eram envasados e distribuídos ao redor do mundo. Em 1951 na cidade de Lund, juntamente com Erik Wallenberg, o Dr. Ruben fundou a empresa AB TETRA PAK, como uma subsidiária da Åkelund & Rausing, e apresentou oficialmente à imprensa, em 18 de maio, a primeira embalagem. No ano seguinte a empresa já comercializava sua primeira máquina de embalagens cartonadas. O creme de leite foi o primeiro produto a ser embalado pela TETRA PAK. Em 1955, as embalagens da empresa sueca começaram a acondicionar leite pasteurizado pela primeira vez. Foi nesta época que a primeira máquina foi exportada para a cidade de Hamburgo na Alemanha. Dois anos depois a empresa iniciou suas operações no Brasil e contratou o craque Pelé como o primeiro garoto propaganda da marca. No final desta década a empresa produzia cerca de 1 bilhão de embalagens, tendo a capacidade aumentada com o licenciamento de seu processo em 8 países.
Os anos 60 foram cheios de novidades. Primeiro, começou com a inauguração de sua primeira fábrica no exterior, localizada no México. Pouco depois, em 1961, o Dr. Ruben uniu os conceitos de ultrapasteurização e embalagem asséptica, criando a embalagem que protegeria o leite, sem necessidade de conservantes e refrigeração. Era o surgimento da embalagem Longa Vida ou UHT (do inglês Ultra High Temperature), que permitia que o leite e outros alimentos líquidos perecíveis pudessem permanecer nas prateleiras dos pontos de venda por mais de seis meses sem refrigeração ou conservantes. Ao integrar alumínio de barreira e polietileno com o papelão e utilizar uma técnica especial para esterilizar o conteúdo da embalagem, a tecnologia asséptica garantia que tanto o alimento como a embalagem estivessem livres de bactérias nocivas. Na década de 90, o Institute of Food Technologists, entidade sediada nos Estados Unidos, que reúne cientistas e pesquisadores do setor de alimentação, declararia o processo longa vida (que combina a ultrapasteurização e a embalagem asséptica) como o maior avanço da área alimentícia da última metade do século.
No ano de 1977, o sistema de envasamento Tetra Brik foi introduzido nos Estados Unidos, sendo formada a empresa Brik Pack Inc. Nesta época, a produção anual da empresa rompia a barreira das 20 bilhões de unidades. Em 1991 a empresa comprou a Alfa-Laval, uma das maiores fornecedores de equipamentos para a indústria de alimentos e agricultura, formando o grupo TETRA PAK ALFA-LAVAL. A empresa passou então à oferecer aos seus clientes sistemas completos, integrando as linhas de processamento, envase e distribuição de produtos. Com isso a TETRA PAK cresceu muito produzindo em 2004 mais de 110 bilhões de embalagens.
Durante toda sua história a TETRA PAK demonstrou ter a inovação em seu DNA: foi a primeira empresa a lançar a embalagem cartonada para alimentos líquidos, a primeira embalagem cartonada longa vida, a primeira tampa moldada na embalagem (FlexiCap), a primeira tampa de rosca para embalagens cartonadas, a primeira embalagem cartonada do mundo para alimentos sólidos, entre outros. Por tudo isso, hoje em dia, a empresa conta com uma equipe de pesquisa e desenvolvimento voltada ao mercado à frente das tendências de consumo, desejos do consumidor e futuro da indústria alimentícia. Os consumidores buscam cada vez mais praticidade e são crescentes as tendências de adquirir produtos em embalagens que sejam práticas, funcionais e 100% recicláveis. E a TETRA PAK existe justamente para atender a esses desejos de praticidade, segurança e higiene. Hoje em dia as embalagens e equipamentos de processamento da TETRA PAK são utilizados em todo o mundo para uma série de alimentos, incluindo leite, suco de frutas, água, molho de tomate e cremes, sopas, sobremesas, sorvete, queijos e até vinho.
A linha do tempo
1954
● Apresentação da primeira máquina de embalagem de 1/2 litro para leite, feita em cartolina chamada de Tetrahedron.
1957
● Introdução da máquina de envasar embalagens de leite de 1 litro.
1963
● Lançamento, na cidade de Motala na Suécia, da embalagem TETRA BRIK, conhecida como embalagem Longa Vida. Um dos objetivos da embalagem era proteger o seu conteúdo e neste sentido a Tetra Brik Aseptic era muito eficiente, pois mantinha bactérias e outros microorganismos longe de alimentos como leite e suco de frutas, preservando-os por muitos meses. Nenhum conservante artificial era adicionado, sendo, portanto, um alimento 100% natural.
1966
● Lançamento da embalagem Tetra Brik de 300 ml.
● Instalação na Suécia da primeira máquina para produzir as embalagens TETRA REX, ideais para produtos refrigerados.
1981
● Pela primeira vez o vinho é envasado em embalagens TETRA BRIK ASEPTIC. Isto ocorreu na Argentina.
1984
● Lançamento de mais três tamanhos da embalagem Tetra Brik: de 375ml, 500ml e 750ml.
1986
● Lançamento da TETRA TOP, embalagem retangular com cantos arredondados e fácil sistema de abertura.
1993
● Lançamento do novo sistema de abertura das embalagens chamado ReCap, facilitando a utilização das mesmas.
1996
● Lançamento da embalagem TETRA WEDGE, com um formato divertido, diferenciado e inovador, foi desenhada sob medida para agradar ao público infantil.
● Lançamento da TETRA PRISMA, embalagem octogonal de 330 ml com abertura que permitia consumir o produto diretamente da embalagem de forma prática e higiênica.
1997
● Lançamento da embalagem TETRA FINO, especificamente desenvolvida em formato geométrico não rígido, sendo apontada como uma solução econômica para envase de leite que atende as necessidades básicas de segurança e higiene em mercados pouco desenvolvidos.
1998
● Lançamento da FlexiCap, uma tampa flexível, à prova de violações, aplicada nas embalagens Tetra Brik Aseptic. A tampa permite abrir e fechar o leite longa vida, facilitando o armazenamento do produto na geladeira de maneira simples, prática e higiênica.
1999
● Lançamento do sistema TETRA REX TR/18 ESL, que utilizando tecnologia avançada de higiene permitia o envase de produtos frescos e sucos ácidos com validade de 90 dias.
2002
● Lançamento da embalagem TETRA FINO com canudinho. O produto se tornou um sucesso imediato, principalmente na China.
● Lançamento das primeiras embalagens para acondicionar produtos feitos a base de soja.
2004
● Lançamento da TETRA RECART, uma linha de embalagens que utilizam tecnologia de esterilização intra-embalagem, criando uma alternativa válida para o acondicionamento de uma grande variedade de produtos (como frutas e vegetais) que até então eram embalados usando latas de alumínio ou recipientes de vidro. Foi a primeira embalagem longa vida que preservava alimentos sólidos e semi-sólidos sem necessidade de refrigeração ou adição de conservantes, mantendo o sabor e as propriedades nutricionais do alimento. Ela é firme, mas flexível, não quebra e não corta, trazendo maior segurança para o consumidor, com uma abertura fácil através de seu sistema de perfuração a laser.
2005
● Anunciou a única embalagem antibacteriana capaz de dar resposta ao crescente mercado de molhos pré-preparados tanto para o consumidor como para empresas da área da restauração. A embalagem que contém o molho é colocada diretamente dentro do micro-ondas após ter sido aberta, levando apenas um minuto ou dois (dependendo do molho e da potência do micro-ondas).
2007
● Lançamento da TETRA GEMINA, embalagem de um litro, com aparência moderna, ideal tanto para sucos quanto para produtos lácteos. A embalagem combina a eficiência, segurança e benefícios nutricionais da embalagem asséptica com funcionalidade e imagem de frescor. A Tetra Gemina é uma embalagem sofisticada, direcionada para os consumidores que apreciam design e funcionalidade. A embalagem vem equipada com StreamCap, uma tampa de rosca de alta qualidade que traz praticidade ao consumidor.
O nome
O nome TETRA PAK foi escolhido quando a primeira embalagem estava sendo desenvolvida. A embalagem continha quatro lados, muito parecida com a figura geométrica chamada tetraedro (em inglês tetrahedron). Tetra significa quatro na língua grega e Pak é uma abreviação utilizada para a palavra embalagem ou pacote (pack em inglês).
A sede
Apesar da sede administrativa do Grupo estar localizada na cidade suíça de Lausanne, a principal e mais conhecida sede da TETRA PAK se encontra na cidade de Lund, na Suécia. Com cerca de 3.500 funcionários, esta sede é uma impressionante demonstração da inovação e desenvolvimento da empresa, abrigando a maior fábrica da TETRA PAK no mundo, além do principal centro de estudos e pesquisas da empresa. O complexo ainda abriga uma escola de treinamento para clientes, onde é ensinado o manuseio das máquinas e técnicas de produção. Outra função da sede sueca é servir como centro comercial de demonstração dos produtos TETRA PAK.
Empresa do bem
A TETRA PAK implantou programas de alimentação nas escolas em mais de 35 países. Também participa de projetos para aliviar os efeitos de desastres por todo o mundo, além de apoiar programas para crianças em áreas menos privilegiadas. Utiliza papel retirado de florestas adequadamente administradas e apóia ativamente atividades de reciclagem por todo o mundo. Todas as fábricas da TETRA PAK são certificadas de acordo com um padrão ambiental mundial e todas as subsidiárias participam de atividades ambientais pró-ativas. A empresa acredita em liderança industrial responsável, criando crescimento rentável em harmonia com a manutenção ambiental e cidadania corporativa adequada. Em 2010, a empresa esperava reciclar mais de 30 bilhões de embalagens.
Dados corporativos
● Origem: Suécia
● Fundação: 1951
● Fundador: Ruben Rausing e Erik Wallenberg
● Sede mundial: Lausanne, Suíça
● Proprietário da marca: Tetra Laval S.A.
● Capital aberto: Não
● Chairman: Larry Pillard
● Presidente & CEO: Dennis Jönsson
● Faturamento: €8.5 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 53
● Embalagens produzidas: + 145 bilhões
● Presença global: 170 países
● Presença no Brasil: Sim (2 fábricas)
● Funcionários: 21.600
● Segmento: Embalagens
● Principais produtos: Embalagens cartonadas Longa Vida
● Ícones: A embalagem Longa Vida
● Slogan: Protects what's good.
● Website: www.tetrapak.com
-
A marca no mundo
A TETRA PAK atua em 170 países, com 42 fábricas de embalagens materiais, além de 11 fábricas de equipamentos e 11 centros de pesquisas. A empresa, com sede na cidade suíça de Lausane, tem mais de 21 mil funcionários. Todos os dias mais de 400 milhões de embalagens TETRA PAK são distribuídas ao redor do mundo. Em 2010 foram mais de 145 bilhões de embalagens TETRA PAK entregues no mundo inteiro. Presente no Brasil desde o final da década de 50 é líder no fornecimento de equipamentos de processo, máquinas de envase, equipamentos para distribuição e embalagens cartonadas e plásticas para alimentos líquidos (leite, sucos, chás e água de coco) e viscosos (maionese, molhos de tomate e goiabada). Além disso, fabrica vários tipos de canudos como reto, em formato de U, telescópico e sensorial (derrama o líquido diretamente na boca do consumidor, tornando o ato de beber uma experiência sensorial). Hoje, a empresa tem aproximadamente 93% do mercado brasileiro de embalagens longa vida para leite. No total do mercado de embalagens longa vida, estima-se que a participação chegue aos 95%.
Postado por Arnaldo Andrade às 09:05
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Condor Super Center inaugurou sua 33ª loja neste dia 13 de dezembro, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, com uma grande novidade que vai tornar o Paraná referência no setor supermercadista. O novo Condor é o primeiro hipermercado da América Sul a utilizar o CO2, um gás refrigerante 100% natural que substitui os gases sintéticos no setor de congelados. Esta nova tecnologia já nasce alinhada à tendência mundial na busca pela sustentabilidade. Como o CO2 está presente na natureza, não agride a camada de ozônio, não provoca o efeito estufa e ainda reduz em 20% o consumo de energia no sistema de congelados, o que representa uma redução de cerca de 5% no consumo de energia no sistema de refrigeração total.
A tecnologia – inédita na América do Sul – foi desenvolvida pela Eletrofrio Refrigeração Comercial e levou dois anos de estudo para chegar ao modelo ideal de aplicabilidade.
O novo empreendimento contou com um investimento de R$ 40 milhões e promete tornar-se um exemplo de loja sustentável no Brasil. Segundo o presidente do Condor, Pedro Joanir Zonta, o hiper será um divisor de águas com o futuro do setor supermercadista. “Esta loja vai marcar o início para uma era em que os cuidados com o meio ambiente estarão em primeiro lugar”, relata.
A loja possui diversos outros cuidados voltados à sustentabilidade, como o aproveitamento da luz natural através dos Domus Prismáticos instalados na cobertura, que filtram os raios ultravioletas em até 98%, economizando energia e tornando o ambiente mais agradável. Já na iluminação artificial, o hiper vai utilizar lâmpadas T5, que economizam em média 45% de energia em relação às antigas e alcançam durabilidade de até 23 mil horas, além de contar com reator dimerizável, um sensor de iluminação acionado ao acender as luzes pela manhã, que ajusta a intensidade luminosa automaticamente, conforme a incidência de luz natural.
Um sistema de captação de água da chuva também foi implantado no empreendimento, que vai reaproveitar a água pluvial na irrigação de jardins, descargas sanitárias e lavagem de pisos.
Ainda no quesito respeito ao meio ambiente, a nova loja manterá no setor de refrigerados o uso do gás Glicool, que reduz em até 90% os gases poluentes, solução implantada com sucesso nas últimas unidades inauguradas pela rede.
O hiper também terá o sistema de etiquetas eletrônicas de preços, tecnologia francesa que oferece uma solução totalmente informatizada e interligada com a frente de caixa, transmitindo confiabilidade, facilidade e segurança aos clientes. O Condor foi a 1ª rede supermercadista a trazer esta tecnologia para o sul do Brasil, já implantada no hipermercado do bairro Água Verde, em Curitiba, inaugurado em dezembro de 2010.
Desenvolvido pelo arquiteto Luiz Forte Netto, o projeto da obra alia sustentabilidade, beleza e requinte. Desde a fachada, os clientes vão poder conferir uma arquitetura moderna e futurista, que utiliza materiais nobres como o aço inox, vidro e ACM. Já na parte interna do hiper, a comunicação visual é disposta de forma harmoniosa e inteligente, com o objetivo de facilitar a procura pelo setor desejado logo ao entrar na loja, além de deixar o ambiente agradável e espaçoso.
Em uma área construída de 29 mil m², sendo 6.300 m² de área de vendas, o novo empreendimento vai contar com um quadro de 400 colaboradores e 33 check-outs. Outras novidades para os clientes de São José dos Pinhais, será a adega climatizada de vinhos, o empório com produtos especiais, a disposição e exposição de toda linha de eletro, e uma linha completa de bazar fino para presentes.
A expectativa de atendimento da nova loja é de 250 mil clientes por mês, que poderão usufruir de um mix de 40 mil itens nas gôndolas. O novo hipermercado terá, ainda, praça de alimentação e galeria com 13 lojas de apoio, entre elas O Boticário, Joalheira Aristides, Farmácia das Nações, além de outras opções que trarão mais conveniência para o dia a dia dos clientes.
Para oferecer praticidade aos clientes, o hiper possui um estacionamento coberto com dois pisos, com capacidade para atender 8.300 veículos por dia em vagas rotativas.
A infra-estrutura da região também recebeu um investimento do Condor de R$ 1 milhão, aplicados na sinalização horizontal e vertical, reestruturação de ruas e calçamento.
CONDOR SUPER CENTER
Com 37 anos de história, o Condor Super Center é uma das maiores redes supermercadistas do Brasil, conta com 8.300 colaboradores e agora possui 33 lojas, entre super e hipermercados, nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Araucária, Campo Largo, Lapa, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Paranaguá, Maringá, Londrina, Apucarana, Colombo e Castro, além de duas centrais de distribuição na capital.
Em 2010, registrou um faturamento de R$ 1.728 bilhão, valor 20% maior que em 2009. Para 2011, a expectativa é de crescer novamente na faixa de 20%. Para isso, neste ano está realizando um investimento de R$ 100 milhões na inauguração de três hipermercados, nas cidades de Colombo, Castro e São José dos Pinhais, além da ampliação e revitalização das lojas de Apucarana e Araucária.
O Condor é 100% paranaense e atende mensalmente mais de 2,8 milhões de clientes. A rede deve atingir um faturamento de R$ 2 bilhões este ano, meta planejada para 2014, mas que será alcançada 3 anos antes. Agora, o novo objetivo é em 2016 estar com 45 lojas e R$ 4 bilhões de faturamento.
SERVIÇO
O novo Hipermercado Condor Rua Joinville está localizado na Rua Joinville, 3001, bairro Pedro Moro, São José dos Pinhais - PR.
O horário de atendimento é de domingo a quarta-feira e feriados, das 8h às 22h e de quinta-feira a sábado, das 8h às 23h.
Postado por Arnaldo Andrade às 07:20
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Restaurantes investem em equipamentos de lazer infantil como forma de atrair e fidelizar clientes
![]()
Sábado é o dia em que a administradora Juliana Alves, de 32 anos, leva a filha, Sophia Alves Oliveira, de 5, para almoçar fora de casa. Os restaurantes escolhidos pela mãe precisam ter tanto uma boa gastronomia quanto variedade do cardápio. Mas há outro atrativo de que as duas não abrem mão: um espaço de lazer seguro para a filha. Os tradicionais parquinhos, com os coloridos brinquedos e os pacientes monitores, ganham cada vez mais espaço nos restaurantes de Belo Horizonte. Considerados excelentes iscas para famílias, garantem comodidade aos pais na hora da refeição e, claro, bons lucros aos empresários, já que, além de fidelizar os clientes, aumentam o tempo de permanência do grupo no estabelecimento.
“As crianças têm de ser vistas como clientes, assim como os pais. Muitas vezes são elas que escolhem os locais para almoçar fora de casa”, conclui Fernando Júnior, presidente da Associação de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG). De olho no faturamento atraído pelos pequenos e no maior conforto aos clientes adultos, o casal Isabel Colares e Miguel Murta, donos do Via Cristina, no Bairro Santo Antônio, Região Centro-Sul, instalaram, em abril, um parquinho no local.
O retorno foi excelente. “O público aumentou aproximadamente 30% nos fins de semana”, comemorou Isabel, recordando que já sentiu na pele a dificuldade em passear com filhos pequenos em empreendimentos carentes de áreas apropriadas à garotada. “Sabemos como é isso. Aproveitamos a reforma no restaurante e instalamos o parquinho.” Uma placa na entrada do empreendimento informa aos consumidores o novo atrativo.
O serviço gratuito também é oferecido nas duas unidades do tradicional Restaurante Maria das Tranças, inaugurado em 1950. “É importante para nós, pois, nos fins de semana, o perfil de nossa clientela é 100% família. O parquinho na unidade do Bairro São Francisco foi criado há cinco anos. O ponto da Savassi, que completará cinco anos em 2012, já foi aberto com a área”, diz o proprietário, Ricardo Rodrigues, que estuda a viabilidade de ampliar o negócio para um terceiro endereço.
“Pesquisamos algo na Região Metropolitana de Belo Horizonte e certamente terá espaço para a diversão das crianças.” O presidente da Abrasel-MG destaca que o “empresário que recebe bem uma criança sai na frente (da concorrência). Sabendo que o filho é bem cuidado, os pais curtem mais a comida”, continuou o executivo da entidade.
A administradora Juliana, cliente assídua do local, concorda. “O almoço fica muito mais gostoso. Tanto os pais quanto as crianças aproveitam o passeio. Dou preferência aos restaurantes que têm área específica e com segurança para os pequenos”, completou a mãe enquanto observava Sophia brincar com os primos Júlia, de 8, Victor, da mesma idade, e Bruna, de 5.
Feriado isolado
Os parquinhos devem, inclusive, fisgar bons clientes hoje. Como a data caiu no meio da semana, a esmagadora maioria das famílias da capital ficará na cidade. Atentos a isso, vários restaurantes prepararam programação especial para as crianças. O Restaurante Paladino, Bairro Braúnas, na Pampulha, aposta no amplo espaço, de 30 mil metros quadrados, para fisgar a garotada e os pais. O empreendimento, que já conta com diferentes atrativos, como passeios de charretes (R$ 5), terá oficinas de modelagem e reciclagem, pintura, teatro e brincadeiras. A programação será estendida a todos os fins de semana de outubro.
Postado por Arnaldo Andrade às 08:57
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Chefe de Cozinha

Chefe de cozinha
"Profissional responsável pela seleção dos ingredientes, pela preparação dos pratos, pela combinação dos sabores e pela sua apresentação"
Fonte: Redação Brasil Profissões
O que é ser um chefe de cozinha?
O chefe de cozinha é o profissional responsável pela seleção dos ingredientes, pela preparação dos pratos, pela combinação dos sabores e pela sua apresentação. É de responsabilidade do chefe de cozinha manter a ordem e a higiene na cozinha, além de coordenar seus auxiliares no preparo dos pratos. Esse profissional trabalha em conjunto com o gastrônomo, seguindo projetos de cardápio estabelecidos por ele e ajudando-o a relacionar aperitivos, pratos frios, principais, sobremesas e bebidas. Na ausência de um gastrônomo no estabelecimento, suas funções são realizadas pelo chefe de cozinha.
Quais as características necessárias para ser um chefe de cozinha?
Para ser um chefe de cozinha é necessário que o profissional se interesse pelos alimentos e pela sua preparação. Além disso, outras características interessantes são:
-responsabilidade
-higiene
-metodologia
-bom senso
-facilidade de misturar sabores
-capacidade de exercer liderança
-espírito inovador
-gosto por fazer experiências
Qual a formação necessária para ser um chefe de cozinha?
Não existe formação necessária, essa é uma das grandes diferenciações do chefe do cozinha e do gastrônomo. O chefe de cozinha não precisa ser graduado em curso superior, precisa apenas dominar práticas da culinária. Nesse caso, o aprendizado vem à medida que o profissional exerce a função. Entretanto, existem cursos que podem ser feitos para a especialização do profissional, voltados a qualquer área da culinária. É também interessante que o profissional tente se atualizar e entender conceitos da administração de um estabelecimento, pois na falta de um gastrônomo, é ele quem administra a cozinha.
Principais atividades
-auxiliar o gastrônomo a estabelecer o cardápio
-selecionar os ingredientes
-realizar a preparação dos ingredientes
-orientar seus auxiliares quanto à preparação do prato
-preparar os pratos ou acompanhar sua preparação
-manter e garantir a higiene no ambiente de trabalho
-cuidar da apresentação do prato
-cuidar para que os pedidos sejam atendidos sem demora e para que os clientes fiquem -satisfeitos com a refeição
-Áreas de atuação e especialidades
-restaurantes, churrascarias, pizzarias, etc
-bares, lancherias e redes de lanchonete tipo fast food
-instituições públicas e privadas: trabalhando com a confecção das refeições em grande escala em refeitórios de empresas, instituições, hospitais, penitenciárias, escolas, faculdades, ONGs, etc
-hotéis, spas, pousadas, cruzeiros, etc
-casas: pode trabalhar como cozinheiros particulares em casas de família, cuidando da alimentação de todos os moradores e funcionários
Mercado de trabalho
O mercado de trabalho para o chefe de cozinha é amplo e vem crescendo muito, justamente por que a correria das grandes cidades faz com que a procura por refeições rápidas e alimentos prontos aumente. Para que o profissional se destaque no mercado de trabalho é necessário que ele se especialize e participe de treinamentos e cursos, além de se interessar por conceitos de administração para que possa gerenciar melhor a cozinha.
Curiosidades
Ao longo da evolução da sociedade, o processo de alimentação passou por várias etapas. Após a passagem do Paleolítico para o Neolítico, quando o homem passou de caçador e coletor para agricultor, a fixação à terra trouxe maior abundância de sabores.
Foi assim que surgiu a forma mais primitiva de comércio, a base de trocas naturais, pois as pessoas tinham que complementar suas alimentação com produtos que não produziam. Com o passar do tempo, técnicas de conservação foram sendo criadas e produtos como ervas aromáticas e sal se tornaram cada vez mais valiosos. Por isso, a busca pelas especiarias foi um dos grandes objetivos do final da Idade Média e início da Idade Moderna. As grandes navegações, com objetivo de chegar as Índias movimentaram a economia nessa época e possibilitaram o descobrimento de muitas outras regiões.
Muitos gênios conhecidos também se voltaram a culinária, como Leonardo da Vinci, que inventou vários acessórios de cozinha, como o esmagador de alho, e regras de etiqueta, além de muitas novas receitas.
A culinária também é um elemento cultural importante na cultura de um país, pois ela reflete muitos aspectos como o clima, a agricultura, a população, etc.
O Brasil é um país com uma cultura culinária muito vasta, o que reflete a condição de país tropical e a facilidade na produção de diversos gêneros alimentícios. Os chefes brasileiros são reconhecidos no mundo todo, e, muitas vezes são requisitados no exterior.
Postado por Arnaldo Andrade às 17:55
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Estudo de Caso: Links Toyota em QR Codes e Realidade Aumentada

Montadora aumenta o tráfego web, lidera com emergentes tecnologias móveis
Em maio de 2011, a Toyota lançou uma campanha para o Corolla 2012 destinado a uma audiência asiático-americana. A campanha foi baseada em torno de uma estrela pop geradas por computador chamada Hatsune Miku. Trabalhando com a interTrend, agência da Toyota asiático-americano, a Toyota desenvolveu uma campanha que seria característica do novo Corolla e também com a missão de apresentar o ícone japonês virtual para o mercado dos EUA. Além de patrocinar um evento: Hatsune Miku EUA concerto. A Toyota criou um programa móvel completo com código de barras 2-D e tecnologia de realidade aumentada que aumentou o tráfego para o site da empresa de automóveis e geração de propriedades de mídia social.
Desafios
De acordo com Michael Nelson, gerente sênior de marketing digital da Toyota Motor Sales EUA, a montadora queria expandir as relações que estava tendo com os consumidores sobre o Toyota Corolla 2012. Além disso, "queria ser capaz de conectar o mundo real com mundo digital tradicional da Toyota."
Usando a mobilidade para preencher essa lacuna, a Toyota trabalhou com um fornecedor de código QR para desenvolver um código de barras com a marca móvel, ToyoTag. Ele também trabalhou com uma empresa de tecnologia de realidade aumentada para desenvolver o conteúdo que seria atraente e apelativo para os mais jovens, público-alvo tech-savvy Corolla. Além de apelar para o grupo de potenciais fãs da pop star Hatsune Miku, o objetivo era fazer campanha que tivesse grande capacidade de compartilhamento.
Estratégia
Em coordenação com o Hatsune Miku concerto na Califórnia (16 de setembro, 2011), a Toyota lançou o Hatsune Miku, uma experiência de realidade aumentada. Para visualizar o conteúdo de realidade aumentada a Toyota estimulou os consumidores a usar seus telefones celulares, tirar fotos do ToyoTag, e depois, mediante solicitação por texto SMS, fazer o download do app Toyota. Este uma ferramenta de compras disponíveis para iPhone ou Android. Em seguida, os consumidores podiam ver a popstar Hatsune cantando em um palco virtual ao lado do Corolla 2012. Parte da estratégia foi a de "ampliar o engajamento passado o evento", disse Nelson.
Resultados
Toyota aumentou significativamente downloads app, o tráfego e divulgou o Corolla, durante a semana do lançamento com a ação de realidade aumentada.
Na noite do evento Miku Hatsune a Toyota viu um aumento de 600% por cento na Toyota Compras downloads Ferramenta de app. Após pico da primeira noite, downloads do app continuou a superar normais taxas de download. Isto durou a semana toda surpreendendo previsões. Além disso, o Corolla saltou em 30% de acessos neste mesmo período, Além disto o tempo gasto na web na página do Corolla/Miku ultrapassou o tempo gasto na seção Corolla no site da Toyota.com (incluindo ferramentas de personalização, preços páginas e vídeos de demonstração).
Semana sobre semana de tráfego para Corolla/Miku (04-11 setembro) aumentou 167%. Depois de sete semanas inteiras, ele retornou aos níveis de campanha anteriores.
Takeaways
Nelson aconselhou as empresas de terem tempo para fazer a pesquisa antes de abraçar o código QR e a tecnologia de realidade aumentada móvel. "Nós andamos antes de correr na Toyota", disse Nelson. Ele também admitiu que os espectadores têm perguntado o que Hatsune Miku tem a ver com a venda de carros, ao que ele respondeu que a Hatsune Miku foi o lastro da campanha incentivando os consumidores a experimentar novos tipos de conteúdo. "Está ficando claro que os clientes tem usado o serviço de tecnologia de uma forma divertida."
Próximos Passos
Nelson brincou que durante o próximo ano, a Toyota vai adotar tecnologias de marketing ainda mais móveis. "Este é um precursor para coisas maiores que nós vamos estar fazendo como uma corporação, não só com código de barras 2-D, mas com tecnologias como realidade aumentada", disse ele.
Postado por Arnaldo Andrade às 09:34
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Metodologia: o cérebro da consultoria
Estabelecimento de método transparente de trabalho garante ao cliente desenvolvimento pleno e sucesso do projeto Por Eloiza de Oliveira
Até meados dos anos 90, gigantes internacionais garantiam espaço no mercado de consultorias do País. Com o crescimento das empresas nacionais, apenas a grife estrangeira já não atraia por si só o empresariado brasileiro, que buscava apoio para gestão dos negócios.Constata-se, neste mesmo período, a importância de se estabelecer um método de trabalho que visasse demonstrar aos clientes que as abordagens eram confiáveis e seguras.
Anos depois, em pleno século XXI, é inimaginável uma consultoria de renome atuar neste mercado competitivo sem uma boa metodologia. “É condição sine qua non para a implantação de todo e qualquer projeto”, alerta a diretora comercial e operacional do FBDE|NEXION, Viviane Misko. Há 15 anos na empresa, a executiva salienta a importância do Sistema de Gestão da Qualidade na norma IS0 9001 e a Pesquisa Formal de Satisfação de Clientes – Customer Satisfaction Index-, realizada, sem exceção, com todos os clientes da consultoria com contrato em andamento: “Representam, de forma inequívoca, o nível de exigência, responsabilidade e comprometimento com os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo FBDE|NEXION”.A seguir, confira a íntegra da entrevista com Viviane Misko.
EW: Qual é a real importância da metodologia no trabalho de uma consultoria?
Viviane Misko: Há alguns anos se tem percebido que apenas a competência do consultor ou de uma consultoria não basta para garantir o sucesso de um projeto. O estabelecimento de uma metodologia de trabalho permite um alinhamento das funções e ações, de forma clara e transparente. Sem metodologia ninguém tem condições de implantar um projeto hoje em dia, pois é uma garantia para o consultor e, principalmente para o cliente.
EW: Como seria essa garantia? Viviane Misko: A metodologia do FBDE|NEXION, por exemplo, foi elaborada buscando o objetivo principal que é a “validação semanal do projeto”. Tanto o consultor como o cliente validam, por meio de um conjunto de documentos, tudo o que foi desenvolvido, discutido e esmiuçado naquele período. Dessa forma, garantimos um relacionamento transparente entre as partes, pois tal método propicia integração e interação constantes entre as partes.EW: Como funciona tal validação na prática?Tem um passo-a-passo? Viviane Misko: É importante ressaltar que apesar de se tratar de uma metodologia, ela não é algo estanque, imutável. Cada projeto é tratado de forma personalizada, respeitadas as características, a cultura de cada empresa e empresário. O FBDE|NEXION tem uma característica diferente das outras consultorias porque nossos honorários não são centrados em hora/trabalho e sim no escopo. Nossa consultoria não é de intervenção, nós diagnosticamos,orientamos, auxiliamos na implementação e formamos multiplicadores. Essa atuação requer uma metodologia que desde o primeiro atendimento – quando são definidas ações prioritárias e cronograma- dá suporte ao consultor e ao cliente que ao validarem a documentação gerada, estão cientes e concordam com os rumos do projeto.EW: E tal validação também permite detectar desvios de percurso?Viviane Misko: Sim, de forma clara e sem sobressaltos, conseguimos identificar problemas no desenvolvimento do projeto e, de forma conjunta, sugerimos novas ações. Isso só é possível porque além desta validação semanal, realizamos reuniões periódicas entre cliente e consultor, onde todo o projeto é discutido com transparência.EW: Como os clientes absorvem este processo de validação constante do projeto?Viviane Misko: É importante ressaltarmos que não se trata de um processo burocrático. A documentação gerada integra o desenvolvimento do projeto, o que permite acompanhamento pari passu de todas as ações. Torna-se uma necessidade para o cliente que entende nossa metodologia como uma garantia, um comprometimento com os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo FBDE|NEXION. Temos inúmeros casos, inclusive, de empresas que nos agradecem profundamente tal sistematização que acaba sendo adotada por elas- respeitando as necessidades da companhia.EW: Existe algum trecho ou ferramenta desta metodologia que mais agrada aos clientes?Viviane Misko: Eu não diria que mais agrada, mas sim que se amoldam à necessidade da empresa, porque como já disse é trabalho personalizado. Um dos maiores sintomas de um projeto, seja ele qual for,é a falta de ações advindas da inexistência de ferramentas. Um exemplo clássico é a realização de reuniões fantásticas, mas ao final ninguém sabe o que fazer ou como fazer. Por isso, muitos clientes adotam uma ferramenta do FBDE|NEXION denominada de “Três Q’s” (Quem faz; o Que faz; Quando vai fazer ou entregar). A adoção desta ferramenta simples e absolutamente necessária pelo cliente é um reconhecimento da eficácia da metodologia desenvolvida e aplicada pela consultoria.EW: Ou seja, se até o cliente aplica, significa uma aprovação total a metodologia desenvolvida pelo FBDE|NEXION.Viviane Misko: Exatamente! E o motivo de tal aceitação deve-se ao fato de poucas, até raras consultorias poderem exibir resultados expressivos de satisfação dos clientes. O processo de validação efetuado ao longo da execução do projeto culmina, invariavelmente com um nível altíssimo na avaliação do empresariado. E podemos mostrar tais índices com segurança, pois realizamos a Pesquisa Formal de Satisfação de Clientes – Customer Satisfaction Index-, com todos os clientes do FBDE|NEXION. No geral computado em 2009, registramos índice extraordinário de satisfação de 92,08%, bem acima da meta de qualidade fixada de 85%- auditada periodicamente pelo Bureau Veritas Certification. A pesquisa de satisfação integra nossa metodologia há oito anos e ao lado de nossa certificação ISO 9001 representam, de forma inequívoca, o nível de exigência, responsabilidade e comprometimento com os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo FBDE|NEXION. EW: Podemos dizer, então, que a metodologia exclusiva do FBDE|NEXION é componente central dos altos índices de satisfação dos clientes?Viviane Misko: Sem dúvida. Costumamos dizer que o trabalho de uma consultoria sem um método só obterá sucesso devido ao ocaso, a sorte. É como colocarmos pessoas em uma pista de atletismo sem apresentar as regras, como tempo, metros a serem percorridos e etc. Em uma pista sem raias e sem regras, cada um correrá para um lado e se alguém cruzar a linha, não significa que seja um vencedor.Afinal, não se sabe se chegou num bom tempo, se o desgaste foi compatível com o esforço, se era corredor melhor para 50 metros e não 1.200 mts. Com o estabelecimento de métricas claras e inteligentes, todos correm em uma mesma direção e por um só objetivo: o sucesso do projeto.
Por Eloiza de Oliveira – Assessora de Comunicação do FBDE | NEXION Consulting
Postado por Arnaldo Andrade às 09:19
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A EXPANSÃO DO VIRTUALISMO
ENQUANTO PESSOAS NÃO TÊM NADA MELHOR PARA FAZER, A EXPANSÃO DO VIRTUALISMO
GANHA MAIS ESPAÇO
Fonte: Claudio Sá e Igor Carvalho | Conteúdo Comunicação | (GC)
Estudo realizado pela Kantar Worldpanel, maior empresa global de pesquisa de
consumo domiciliar, indica que 32% dos domicílios já têm pelo menos um
indivíduo conectado a redes sociais nas regiões metropolitanas do Rio de
Janeiro e de São Paulo.
Extraído de uma base de 3.000 lares, acompanhados semanalmente pela Kantar
nessas duas regiões, o estudo indica que 11% dos domicílios das duas maiores
capitais do País têm um viciado nesse tipo de plataforma de relacionamento
na web. Outros 21% dos domicílios têm usuários frequentes das redes.
Entretanto, em 51% dos lares os indivíduos conhecem as redes, mas não se
conectam com frequência. Apenas 14% dos domicílios, ouvidos pela Kantar,
dizem desconhecer as novas ferramentas de relacionamento e nunca se conectam
a elas.
Segundo o levantamento, em 30% dos lares, os internautas das capitais
paulista e fluminense utilizam a ferramenta para manter contato com pessoas
distantes, 23% para postar fotos, 10% para conhecerem pessoas no exterior e
9% para fazer novos amigos.
Os que usam a rede para bisbilhotar estão presentes em 5% dos lares das duas
regiões.
Outros 3% costumam postar feeds e comentários, inclusive sobre produtos e
serviços e 2% deles dividem seus pensamentos nas redes sociais.
Entre os sites avaliados, o mais popular nas duas regiões metropolitanas
investigadas é o Orkut, que detém maior penetração (98%), enquanto Twitter e
Facebook despertam o interesse de 14% e 13%, respectivamente.
Em países da América Latina, essa proporção é diferente, com o Facebook
liderando a preferência dos usuários, com 53%, seguido pelo Orkut (46%) e
Twitter (12%).
Postado por Arnaldo Andrade às 11:02
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Você sabe o que é Networking?
“Não espere estar na pior para falar com seus contatos. Tenha interesse nas pessoas, o que não significa ser interesseiro”
Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu…”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento,saberia onde e como.
Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?
Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa.
Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.
A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo:
Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.
Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.
Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir
algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das
pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.
Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.
Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.
_____________________________
Sobre o autor: André Massaro é Consultor financeiro e profissional e criador do método MoneyFit. visite o site do autor em www.moneyfit.com.br)
Este artigo foi desenvolvido exclusivamente para o Portal HSM. Visite o site da HSM em http://br.hsmglobal.com/
Postado por Arnaldo Andrade às 06:18
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Dedução de imposto de renda já deve ser planejada
A preocupação com as declarações de imposto de renda pessoa física para grande parcela da população fica limitada aos meses de março e abril. Mas, começar a pensar nesse tema com antecedência fará não só com que as preocupações sejam menores, como também pode fazer com que se recupere mais dinheiro.
"A tão falada cultura do brasileiro de deixar o imposto de renda para última hora não tem apenas reflexo em erros que podem levar a malha fina, ela também tem como resultado a diminuição da restituição dos contribuintes. Existem ferramentas legais que fazem com que essa restituição seja muito maior", explica Jairo de Morais Filho, consultor tributário da Confirp Consultoria Contábil.
As ações podem ser desde as mais simples, como guardar adequadamente todos os comprovantes de gastos com educação e saúde até mesmo as mais sofisticadas como doações e realização de previdências privadas. Contudo, Jairo de Moraes alerta, "a primeira coisa que deve ser avaliada para ter a restituição, é se houve valores retidos, caso contrário não há o que se restituir".
Nos casos de despesas médicas, odontológicas, instruções, pensões alimentícias judiciais para garantir a restituição basta guardar adequadamente os documentos. É importante não passar informações nessas áreas que não estejam em conformidade com a realidade. "O Fisco está fechando o cerco às informações irregulares a partir de evoluções tecnológicas e cruzamento de informações, tudo o que for declarado deve ser comprovado adequadamente", conta o consultor tributário.
Para quem quer abater plano de previdência privada, é importante deixar claro que isso apenas poderá ocorrer quando é feito no modelo PGBL, em um limite de 12% do valor tributável total, antes de qualquer dedução. Também é dedutível do IR para quem já contribui para os sistemas previdenciários oficiais, como trabalhador do setor privado, autônomo ou funcionário público.
A doação pode ser uma forma para aumentar a restituição, mas somente para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. O limite é de 6 % do imposto de renda devido é para as destinações aos fundos de direitos da criança e do adolescente, as doações e os patrocínios para projetos enquadrados como incentivo a atividades culturais, artísticas e incentivos a atividades audiovisuais.
Fonte: fiec.org.br
Postado por Arnaldo Andrade às 13:11
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
A importância da administração financeira da empresa
Conheça as principais funções da administração financeira e as primeiras providências que a empresa deve tomar em relação às finanças .
A gestão financeira é um conjunto de ações e procedimentos administrativos que envolvem o planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa. O objetivo da gestão financeira é melhorar os resultados apresentados pela empresa e aumentar o valor do patrimônio por meio da geração de lucro líquido proveniente das atividades operacionais. No entanto, é muito comum que empresas deixem de realizar uma adequado gestão financeira.
Uma correta administração financeira permite que se visualize a atual situação da empresa. Registros adequados permitem análises e colaboram com o planejamento para otimizar resultados.
A falta da administração financeira adequada pode causar os seguintes problemas:
- Não ter as informações corretas sobre saldo do caixa, valor dos estoques das mercadorias, valor das contas a receber e das contas a pagar, volume das despesas fixas e financeiras. Isso ocorre porque não é feito o registro adequado das transações realizadas;
- Não saber se a empresa está tendo lucro ou prejuízo em suas atividades operacionais, porque não é elaborado o demonstrativo de resultados;
- Não calcular corretamente o preço de venda, porque não são conhecidos seus custos e despesas;
- Não conhecer corretamente o volume e a origem dos recebimentos, bem como o volume e o destino dos pagamentos, porque não é elaborado um fluxo de caixa, um controle do movimento diário do caixa;
- Não saber o valor patrimonial da empresa, porque não é elaborado o balanço patrimonial;
- Não saber quanto os sócios retiram de pró-labore, porque não é estabelecido um valor fixo para a remuneração dos sócios;
- Não saber administrar corretamente o capital de giro da empresa, porque o ciclo financeiro de suas operações não é conhecido;
- Não fazer análise e planejamento financeiro da empresa, porque não existe um sistema de informações gerenciais (fluxo de caixa, demonstrativo de resultados e balanço patrimonial).
Muitas empresas do setor têxtil e confecções começam com pessoas que trabalham ou trabalharam em outras empresas da área, ou que têm habilidades e conhecimento de produção. Isso acontece também em outros setores da economia. Poucas pessoas têm experiência em administração financeira, e isso interfere nos resultados. Muitas vezes, as atividades são iniciadas com pequena dimensão e, conforme os negócios se desenvolvem, a administração financeira não acompanha o crescimento da empresa porque os gestores não têm conhecimentos necessários nesta área de gestão e se envolvem excessivamente com a produção.
As principais funções da administração financeira são:
- Análise e planejamento financeiro: analisar os resultados financeiros e planejar ações necessárias para obter melhorias;
- A boa utilização dos recursos financeiros: analisar e negociar a captação dos recursos financeiros necessários, bem como a aplicação dos recursos financeiros disponíveis;
- Crédito e cobrança: analisar a concessão de crédito aos clientes e administrar o recebimento dos créditos concedidos;
- Caixa: efetuar os recebimentos e os pagamentos, controlando o saldo de caixa;
- Contas a receber e a pagar: controlar as contas a receber relativas às vendas a prazo e contas a pagar relativas às compras a prazo, impostos e despesas operacionais;
As primeiras providências que a empresa deve tomar em relação às finanças são:
- Organizar os registros e conferir se todos os documentos estão sendo devidamente controlados.
- Acompanhar as contas a pagar e a receber, montando um fluxo de pagamentos e recebimentos.
- Controlar o movimento de caixa e os controles bancários.
- Classificar custos e despesas em fixos e variáveis.
- Definir a retirada dos sócios.
- Fazer previsão de vendas e de fluxo de caixa.
- Acompanhar a evolução do patrimônio da empresa, conhecer lucratividade e rentabilidade.
Postado por Arnaldo Andrade às 09:17
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Churrascaria Vitela Inaugura em Campos


Com projeto de organização e desenvolvimento da Aplic Consultoria, a maior churrascaria da Região Norte Fluminense inaugura um novo conceito de atendimento ao cliente e excelência na qualidade do alimento fornecido, a única com uma central de processamento completa em sua cozinha.
Postado por Arnaldo Andrade às 12:20
Máquina cibernética da Coca-Cola permite ao cliente criar a sua própria bebida

Máquina futurista está sendo distribuída nos EUA e usa tecnologia de ponta, com tela sensível ao toque e wi-fi
por Aylons Hazzud
A aparência futurista lembra os conceitos tecnológicos que nunca saem do papel, como os carros-conceito ou os celulares estranhos que as empresas costumam usar para exibir suas ideias. Mas a nova máquina da Coca-Cola já está em operação nos EUA , e a empresa pretende distribuir dezenas dela ainda este ano.
Esta não é só uma máquina de latinhas, ou mesmo aquelas do McDonald’s que usam xarope, mas sim algo mais parecido com uma máquina de café, das que usuário diz se quer mais ou menos açúcar ou chocolate. Isso porque, em vez de usar a fórmula pronta, ou em xaropes, a máquina prepara a bebida na hora a partir de ingredientes básicos, que ficam em cartuchos parecidos com os de uma impressora. Por exemplo, ao se escolher um Fanta, a máquina prepara a receita na hora, se você quiser Fanta Diet, ela usa os mesmos ingredientes básicos, só substituindo o açúcar pelos outros ingredientes da nova receita.
Além de oferecer mais de 100 bebidas diferentes, a máquina pode preparar receitas totalmente novas, ao gosto do freguês. Por exemplo, é possível misturar um pouco de suco no refrigerante e fazer um coquetel com diferentes bebidas.
Segundo relata a revista IEEE Spectrum , para permitir tanto controle a máquina usa um sistema de microdosagem desenvolvido para misturar o coquetel de quimioterapia. A tecnologia não pára aí: além dos comandos com toque na tela, o usuário pode carregar um cartão RFID com as receitas prontas.
Mas o cliente não é o único no controle: a máquina pode se comunicar diretamente com a empresa, que saberá quais são as mais pedidas, ou que ingrediente está acabando. E a Coca-Cola também pode enviar comandos para a máquina, ajustando preços e receitas, por exemplo.
A máquina está sendo instalada em pontos de venda nos EUA , e a empresa já anunciou que instalará 60 nos próximos meses e mais até o fim do ano. Porém, a Coca-Cola não anunciou planos para instalar a máquina em outros países além dos EUA .
Postado por Arnaldo Andrade às 12:10
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Venda de carne cresce 20% na véspera de jogo do Brasil
Os jogos da Copa do Mundo têm antecipado os finais de semana de muitos torcedores, que transferem o tradicional churrasco de sábado para o meio da semana nos dias das partidas da seleção brasileira.
Os jogos da Copa do Mundo têm antecipado os finais de semana de muitos torcedores, que transferem o tradicional churrasco de sábado para o meio da semana nos dias das partidas da seleção brasileira. É o que mostra levantamento divulgado hoje pelo frigorífico Quatro Marcos. Entre os dias 13 e 15 de junho, horas antes da estreia do Brasil na Copa contra a Coreia do Norte, a venda de carne cresceu 20% no varejo em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No atacado, o resultado foi ainda maior, de 25% em relação ao mesmo período de 2009.
O frigorífico realizou ainda pesquisa com seus clientes e constatou que a alta deve-se realmente aos jogos da seleção. "Os torcedores preferem o churrasco a outras receitas, devido ao número de pessoas reunidas em um mesmo local", avalia a empresa. Pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e divulgada na semana passada indicava que os brasileiros pretendem gastar cerca de R$ 181,00 com a Copa do Mundo. Deste total, o gasto com comida corresponde a 20%, sendo 9% com ingredientes para refeições, 7% com petiscos e guloseimas e 4% com bares e restaurantes. Se a seleção brasileira for para a final do mundial, o desembolso deverá subir para R$ 357,00.
Postado por Arnaldo Andrade às 06:47
terça-feira, 30 de março de 2010
O que seu filho vai ser quando crescer?
Crianças mal acabam de nascer e seus pais já estão preocupados com o seu futuro profissional. Todas as inquietações que passamos a ter somente quando adultos são transferidas automaticamente para os rebentos. O que isso pode significar para o futuro das nossas crianças?
Por Leandro Vieira
Crianças mal acabam de nascer e seus pais já estão preocupados com o seu futuro profissional. Todas essas inquietações que passamos a ter quando adultos são transferidas automaticamente para os rebentos: precisam aprender vários idiomas, precisam ser líderes (essa é boa!), precisam saber ganhar dinheiro, precisam saber falar em público, precisam ser atletas...
Os estímulos discretos (e, muitas vezes, inconscientes) que a nossa geração recebeu quando criança são substituídos por cursos direcionados a desenvolver competências específicas na garotada de hoje. Pela manhã, aula no colégio; à tarde inglês, natação, algum tipo de reforço escolar, mandarim e mais alguma atividade se houver uma brechinha de tempo; à noite - sem descanso, preguiçoso! -, preparar as atividades da escola para o dia seguinte. É a educação espartana dos tempos modernos.
Ninguém sabe se isso dará certo mais na frente. Trata-se de uma paranóia recente, e nenhuma das cobaias chegou ainda à idade adulta. O que se pode comprovar, até o momento, é que os resultados não são muito positivos: mau humor, crianças competitivas e pouco sociáveis, infância reduzida e o surgimento de uma espécie de mini-adultos estressados e ansiosos. Sem tempo para brincar, abstrair e divagar, essas crianças não chegam a descobrir seus verdadeiros talentos. E, de tanto se ocupar com diversas atividades, acabam não se tornando bons em nenhuma delas. Outra consequência nefasta desse tipo de criação, e que pode comprometer a formação do "futuro líder", é justamente a ausência de um dos elementos fundamentais para o sucesso em qualquer profissão: a criatividade.
E, de fato, a produção de ideias é o motor que move o mundo. O sociólogo italiano Domenico de Masi, autor do conhecido livro O Ócio Criativo, é totalmente contrário à nossa cultura ocidental centrada na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. O autor defende um contraponto necessário à essa cultura, privilegiando uma educação baseada na criatividade: "Educar um jovem para a criatividade significa ajudá-lo a individualizar a sua vocação autêntica, ensinar-lhe como escolher os parceiros certos, como encontrar ou formar um contexto gerador de criatividade, como colocar a mente à vontade, como alimentá-la de liberdade e como estimulá-la, até que, em colaboração com as mentes dos seus colegas, dê à luz a ideia certa. Significa, acima de tudo, educá-los para não temer o fluir incessante das inovações", afirma De Masi.
Outro dia, pesquisando a futura escola dos nossos filhos, eu e minha esposa nos deparamos com alguns absurdos educacionais inconcebíveis. Uma das escolas estampava o slogan "Nós preparamos seu filho para o vestibular". Vestibular? Como assim? Sim, nessa escola, a preocupação com o vestibular começa cedo, assim que termina a alfabetização. Outro colégio estabelecia um ranking dos alunos de acordo com as suas notas. Imaginem como se sentem o primeiro e o último dessa classificação: enquanto um se acha "o cara", o outro se sente o último dos mortais... Essas escolas poderiam mudar o seu slogan para algo do tipo: "Nós formamos os idiotas do futuro".
Como pai de primeira viagem (e embarcando na segunda!), também nutro certas preocupações com o futuro dos pimpolhos. Sei que devemos estimular nossos filhos a se desenvolverem plenamente para que, ao chegarem na idade adulta, tenham um determinado número de competências que os permita enfrentar as agruras da vida com segurança. Por outro lado, sou totalmente contrário à imposição de uma rotina estressante de atividades e, o pior, tolher o direito de nossos filhos de aproveitar a sua própria infância - certamente, a melhor fase da vida, e também a mais curta.
Há alguns anos, muito antes de sonhar em ser pai, fiquei bastante encantado com uma passagem de um dos livros de Howard Gardner, o criador da Teoria das Inteligências Múltiplas, mais do que adequada para finalizar essa breve reflexão:
"Quero que meus filhos entendam o mundo, mas não apenas porque o mundo é fascinante e a mente humana curiosa. Quero que eles compreendam o mundo para fazer dele um lugar melhor."
E o seu filho, o que vai ser quando crescer?
Postado por Arnaldo Andrade às 14:16
Briga entre sócios não é o fim. Tem solução.
Fiz uma análise em meu banco de dados das empresas para as quais dei assistência e chama atenção o número de empresas que apresentavam problemas entre sócios. Brigas. Incompatibilidades na forma de administrar. Desconfiança. Sócio que se empenha demais e sócio que se empenha de menos. E tantas outras situações que evidenciavam o completo desgaste da relação cordial dos sócios e o eminente desmanche da sociedade.
É curioso como todas as situações apresentavam um ponto em comum: a pessoalidade. Os sócios se magoavam entre si, considerando muito mais os interesses pessoais em detrimento dos interesses da empresa. Felizmente houve solução para todas as empresas. Lembro-me de casos que a empresa se manteve, mas a sociedade se desfez com um sócio comprando a parte do outro.
Mas, para a maioria bastou ampliar a consciência da sociedade, recuperar a percepção do investimento para a geração de resultados e redefinir os papéis dos sócios.
Afinal, não precisa ser amigo para ser sócio, não necessariamente precisa de relações de amizade para se ter relações de negócios. Nem precisa haver cordialidade. Basta ter os mesmos interesses empresariais.
Uma empresa é somente um organismo que “capta recursos”, “aplica recursos” para gerar “resultados”. Estes resultados levam o retorno do investimento aos sócios. E os riscos são sempre relacionados às decisões de caráter financeiro.
Pois bem, sócios com problemas devem recuperar o propósito de geração de resultados e definir quais dos sócios contribuirá realmente para a geração de resultados, com a “captação e aplicação de recursos” .
Pois sócio não ganha por trabalhar na empresa. Se o fizer, exercerá o papel de “empregado da empresa” com direito a pró-labore que remunera justamente o trabalho realizado. Sócio deve focar o resultado, o retorno do investimento.
Assim, a solução para as brigas entre sócios é descobrir qual a melhor forma de captação de recurso, a melhor forma de aplicação de recursos que levarão aos melhores resultados. Parece incrível, eu sei, mas o individuo com atitude de sócio deve tão somente controlar as condições para gerar os melhores retornos. Proteger seu investimento. Mesmo não participando da operação ou gestão da empresa. Já o sócio que trabalhar na empresa, precisa se comportar e ter atitude de funcionário da empresa, seja em nível operacional, seja em nível de decisão, mas sempre devendo satisfação aos sócios e a si mesmo, quando vestir o chapéu de sócio.
Briga entre sócios não é o fim, tem solução, basta definir adequadamente os papéis, as responsabilidades e os instrumentos de gerenciamento do investimento. Operar a empresa é papel para quem vestir o chapéu de Diretor ou ficar no comando, com delegação clara e devendo responsabilidades aos sócios. Não pode ser ao acaso.
Postado por Arnaldo Andrade às 07:57
segunda-feira, 22 de março de 2010
Cuidados ao contratar uma consultoria
Finalmente aconteceu. Uma Empresa de consultoria procurou você ou foi indicada por um amigo ou conhecido, no que o termo do mercado e chamado de “prospecção”, Leia com atenção o texto abaixo como um manual básico de como proteger a sua Empresa.

Parte 1 “A Venda do Diagnóstico”
Geralmente são dois consultores vendendo o trabalho, boa apresentação, terno, gravata, simpáticos, um deles com um notebook onde vão te mostrar uma bela apresentação do Power Point, cheia de promessas, números, fluxos, organogramas e gráficos e mostrar para você clientes importantes onde eles “dizem” que realizaram projetos, mais na verdade eles estão ali vendendo um produto apenas, como vender um aspirador de pó ou doces, esse primeiro contato e apenas venda, na verdade mais propriamente um bem articulado jogo comercial, eles tocam no ponto principal que “você” quer ouvir “Aumento de Receita e Redução de Custo” obvio demais, mais no calor da emoção você esquece isso e automaticamente você pensa:

“-meus problemas tem solução, minha Empresa está salva!!!”;
A euforia e a satisfação de estar realizando um investimento que vai trazer resultados reais para a sua Empresa pode trazer conseqüências graves para a sua organização em boa parte dos casos e no mínimo, prejuízo certo, seu dinheiro sendo jogado fora.

A primeira coisa que as chamadas consultorias de mercado vendem a você é um produto chamado “Diagnóstico”, sua Empresa será comparada a uma pessoa doente e a consultoria se identifica como médico, como um xamã salvador ou curandeiro, uma analogia que faz com que você tenha a impressão que realmente tem problemas graves, o que pode ser verdade ou não, o argumento inicial e que eles fiquem um período que pode variar de 25 a 40 dias dentro da sua Empresa, onde com sua autorização vão coletar dados em todos os setores e no final te apresentar um quadro de como está a sua organização, o que você não sabe e que para toda essa coleta de dados existem padrões que são repetidos em praticamente todas as empresas por onde eles passam, as informações referentes a sua Empresa são totalmente fornecidas por seus funcionários, depois eles passam questionários aos seus funcionários, montam fluxogramas de trabalho e finalmente coletam indicadores, uma simples coleta de dados e preenchimento de formulários que fornece números a partir dos seus dados, nenhum estudo realmente sério e colocado em prática, esse “Diagnóstico” e realizado sem nenhum fator técnico. Somente Observação e coleta. Eles fazem o doce com as suas frutas e ainda te cobram por isso.

A primeira coisa perguntada por eles é “quanto você fatura?” assim eles tem uma exata dimensão de quanto vão cobrar a você, não importa qual o valor do serviço vendido a você eles vão cobrar de acordo com o seu faturamento, então ao longo da conversa perceba, descobrir o seu faturamento e essencial para a estratégia de venda.

No fechamento desse diagnóstico será cobrado entre R$ 10.000,00 e R$ 20.000,00, obviamente se sua Empresa for de um porte menor eles de qualquer forma vão tentar ganhar alguma coisa, fechar um “mini-diagnóstico”, o fato e um somente, eles vão vender qualquer coisa para você, tenha em mente um detalhe, eles sempre estão dispostos a negociar o valor, desviam a sua atenção com isso de uma fator importante “se você precisa mesmo ou não fazer o diagnóstico, eles sempre vão dizer a você que sua Empresa está doente, e vão tentar vender uma tratamento neurologico para um resfriado”.

E o mais importante "Desconfie se a Consultoria apresentar um dos Logotipos Abaixo" são Empresas de grande porte onde eles provavelmente "NUNCA" fizeram trabalho algum, por serem grandes Empresas você não terá como checar se a informação e verdadeira, peça detalhes dos projetos executados e não deixe de conversar francamente com os Clientes apresentados por eles, dificilmente uma Empresa que tem esse tipo de atitude presta um bom serviço.
Postado por Arnaldo Andrade às 20:00
sábado, 20 de março de 2010
Como estabelecer a capacidade produtiva da minha empresa?
A Capacidade Produtiva é o valor máximo que define as saídas do processo produtivo por unidade de tempo. Para as pequenas empresas, esse tempo geralmente é o dia. Logo, a capacidade de produção de uma empresa seria as peças que ela consegue produzir por dia, utilizando os recursos disponíveis (máquinas, homens, terceiros, etc.).
A Capacidade Produtiva de uma empresa pode variar significativamente, dependendo da forma como ela trabalha.
Se trabalhar, contra o estoque, consegue um maior aproveitamento dessa capacidade, pois ajusta seus postos de trabalho a uma determinada programação de produção e nesse período, normalmente não a altera e desta forma, consegue uma produtividade maior.
Neste caso, tem condições de estimar uma previsão de vendas por tipo de produtos, modelos, etc. e alocar seus recursos produtivos baseados nessa previsão, conseguindo estabelecer, de forma mais exata, as necessidades de matéria-prima, mão-de-obra e equipamentos para um determinado período.
Se trabalhar contra os pedidos, há um aproveitamento menor de sua capacidade, pois freqüentemente está ajustando a mesma aos pedidos recebidos.
O mais comum nas pequenas empresas é que elas trabalhem contra os pedidos, pois a maior parte delas, não possui recursos para manter um estoque regulador de produtos acabados e também de matéria-prima e insumos.
Em ambos os casos, a Capacidade Produtiva pode ainda estar limitada pelos gargalos que são postos de serviços que já trabalham em sua capacidade máxima, sendo ela menor que a dos demais postos de trabalho.
Quando a empresa possui recursos para aumentar muito bem a capacidade deste posto de trabalho, ele deixa de ser o gargalo, mas geralmente, a pequena empresa não possui recursos para tal. Neste caso, temos sugerido um recurso que não onera a empresa e ainda pode conseguir um aumento de até 15% da capacidade produtiva. É o que chamamos de revezamento de pessoas.
A máquina ou o equipamento que é o gargalo para a empresa pode trabalhar as 8,75h diárias, sem interrupção. Basta para tanto, treinar mais um operador para trabalhar nesse gargalo. Esse outro operador pode e deve trabalhar, preferencialmente, em outro posto de trabalho, que tenha uma certa folga em sua capacidade produtiva, e no horário do almoço, faz-se o revezamento, pois cada operador almoça em horários diferentes. Desta forma, consegue-se, sem custo adicional, um acréscimo na capacidade produtiva.
Quando a empresa já trabalha 24h ininterruptas, podem-se efetuar os revezamentos nos finais de semanas.
O planejamento da capacidade produtiva deve ser feito, observando-se as previsões de demanda. Isto se faz necessário, pois o nível de utilização da capacidade efetiva de produção irá refletir nos custos unitários e, portanto, nos níveis de produtividade do sistema.
O número de unidades produzidas pelo número de recursos utilizados representa também uma forma importante de se medir a performance do sistema produtivo.
Postado por Arnaldo Andrade às 16:51
terça-feira, 9 de março de 2010
Conhecimento aplicado é poder

Durante um longo e cansativo voo, enquanto aguardava o sono, dediquei parte do tempo para refletir sobre temas que vão além da rotina profissional, do saber específico; mas que sustentam novas ideias, soluções e decisões no mundo executivo. Essa reflexão me levou a questionamentos sobre o conhecimento. O que é conhecimento? Como adquiri-lo? Qual o seu poder? Como transmiti-lo?
Os grandes pensadores da Grécia antiga, filósofos que influenciaram na formação da civilização europeia, tinham como prioridade a sabedoria. E para isso contavam apenas com uma inquieta companhia: a busca pelo verdadeiro conhecimento. Uma obstinação praticada em 400, 300 anos a.C, por meio da observação, reflexão e oratória.
Hoje temos à disposição cursos especializados e multidisciplinares, milhares de livros, trabalhos acadêmicos, jornais e revistas originários de todos os continentes, congressos, Internet, cursos a distância etc. Então, levamos vantagem em relação aos discípulos de Sócrates, Platão e Aristóteles, já que tal acesso a informação nos traz conhecimento?
Acredito que todas essas facilidades da civilização moderna nos oferecem um bom estoque de informação, ou seja, matéria-prima para a construção do conhecimento. Isso porque o conhecimento exige capacidade analítica das informações que nos chegam e uma dose de obstinação dos filósofos gregos para buscar o entendimento do mundo em que vivemos. Apenas assim não seremos aqueles que têm “uma vaga noção de tudo, e um conhecimento de nada”, como definiu Charles Dickens.
Basta lembrar do pensador Peter Drucker. O pai da administração moderna possuía o poder do conhecimento, porque estudava o mundo, a natureza, o ser humano. E para elaborar seus conceitos recorria aos grandes pensadores da humanidade.
E o que Peter Drucker, o pai da administração moderna , fazia desse conhecimento? Debatia, disseminava seus estudos e visões e desenvolvia novos conhecimentos. Praticava o que defendia Platão, para quem “a coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”. E para difundi-lo? Utilizava o poder da palavra. Com simplicidade e objetividade, expressava suas idéias por meio da oratória eficiente, assim como Sócrates nas ruas de Atenas.
Os pensadores de todas as épocas nos ensinam: os conhecimentos específicos inovadores dependem do exercício do pensar, do abrir-se para conhecimentos multifacetados e da habilidade de expô-los e também aprimorá-los.
Portanto, acredito que na vida corporativa precisamos de “líderes pensadores”, capazes de “ler o mundo”, transmitir e aplicar o conhecimento. Precisamos de lideranças aptas a raciocinar com a tropa e não a tocar a tropa. Como bem disse Ítalo Calvino, “quando tenho mais ideias do que os outros, lhes dou essas idéias. Isso é comandar.” E complemento: isso é liderança. Isso é poder.
Postado por Arnaldo Andrade às 10:50
segunda-feira, 1 de março de 2010
DIPOA tira de linha o FLT – Frango Levemente Temperado

Em menos de um mês, ou seja, a partir de 15 de março de 2010, fica suspensa a produção de carcaças e cortes temperados de aves, bem como de produtos de aves “marinados” destinados à venda no mercado interno. A decisão é do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem – Animal (DIPOA) que, entre as razões arroladas para a proibição, alega o “combate à fraude econômica decorrente dos diferentes processos tecnológicos de produção e que redundam em retenção de água em níveis superiores àqueles naturalmente presentes nas carcaças de aves, seus cortes e demais produtos”. O DIPOA também justifica ser difícil definir com brevidade a metodologia adequada de avaliação do percentual de água em produtos temperados. A suspensão não se aplica às aves consideradas especiais (“frangos especiais resfriados e congelados, obtidos a partir de linhagens genéticas especializadas, com no máximo 75 dias no abate e com 3 kg de carcaça) e a perus, patos, marrecos e galinhas d’angola. Datado de 12 de fevereiro, o Ofício que definiu a medida também estabeleceu: 1 – Prazo de dez dias para apresentação ao SIF local, pelas empresas, da relação de produtos objeto da suspensão, visando ao cancelamento dos rótulos registrados; 2 – Apresentação diária, até 15 de março de 2010, de relação da produção de carcaças, cortes temperados e produtos “marinados”, com respectivos controles de estoque; 3 - Prazo-limite de sessenta dias (contados a partir da data de publicação do documento) para a comercialização dos estoques existentes. O DIPOA esclarece ainda que a medida é temporária e será cancelada assim que seja definida a metodologia analítica para avaliação do percentual de água em produtos temperados. O vindouro (e passageiro) desaparecimento do Frango Levemente Temperado não chega a surpreender a indústria. Há exatos dois anos, preocupada com as fraudes então observadas, parte do setor já preconizava a suspensão do FLT. Clique aqui para acessar a íntegra do Ofício-Circular do DIPOA que determina a suspensão de produção das aves levemente temperadas.
Postado por Arnaldo Andrade às 19:42
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Como envolver os empregados na participação dos resultados da empresa?

O conceito de motivação é muito extenso e complexo, pois não existe uma regra geral, como uma receita de doce, na qual os ingredientes são misturados na medida certa e com o tempo de preparo definido. São ações diversas, que contemplam um universo de inúmeros fatores, que têm que ser dirigidos especificamente para cada caso, conforme a atividade empresarial, o perfil dos colaboradores, as ações tomadas anteriormente neste sentido, o perfil do empresário (se exerce administração autocrática ou participativa). Enfim, depende da aceitação do empresário em implantar ações que motivam; avaliar o resultado destas ações e constantemente promover a manutenção e/ou o aperfeiçoamento das mesmas.
Conceitualmente, a motivação é formada por uma tríade composta de: benefícios/incentivos/treinamento e tem que ser harmonizada por estes três elementos. De nada adiantará o empresário oferecer treinamento e especialização, se não oferecer também atrelados a estes, benefícios e incentivos. Caso contrário, só estará proporcionando a concorrência entre profissionais mais qualificados, nos quais investiu em capacitação.
Porém, não conseguirá conservá-los por falta de alguns acessórios complementares que os mantenham constantemente motivados. Então, enumeramos algumas formas de motivação, envolvendo individualmente os elementos motivadores, não se esquecendo, porém, de que são integrantes de uma tríade que tem que ser harmonizada entre si:
Benefícios
Consiste basicamente numa complementação salarial; é conhecida, no campo empresarial, como salário indireto e pode ser representado por inclusões de produtos e/ou serviços que o funcionário deveria pagar em caso de uso. Como exemplo, podemos citar: convênio de assistência médico-hospitalar/ odontológica; ticket-refeição; vale-transporte; vales-compra; parcerias com clubes e entidades; convênios de descontos para medicamentos; cesta básica; creche; uniforme e material escolar para os dependentes.
Incentivos
São ações que dependem da criatividade do empresário, pois é necessário o conhecimento do perfil dos seus colaboradores, suas necessidades, ambições, carências e o seu grau de profissionalismo.
Como exemplo, podemos citar: premiações por metas alcançadas (bônus sobre produtos, comissão sobre totalidade de vendas, viagens com a família,jantares, churrasco de confraternização, etc.); diálogo constante com a equipe de colaboradores (de preferência reuniões com o grupo, ouvindo e avaliando sugestões); dimensão da estrutura para que nenhum componente do grupo possa se sentir prejudicado ou com carga excessiva de serviço; elogios (carta pessoal; referendum para o grupo; cartaz afixado com foto, nome e motivo da ação; etc.); manutenção do corpo-a-corpo diário com os colaboradores, transmitindo segurança e energia positiva.
Treinamento
Significa capacitar, proporcionar maior conhecimento específico da atividade, para se obter um maior grau de profissionalismo da equipe, e com isso, transmitir ao cliente maior segurança no atendimento. Todo e qualquer meio, adotados como forma de aprendizado, podem e devem ser estimulados e motivados, desde: cursos; palestras; feiras; seminários; exposições; workshops; leituras; visitas a concorrentes, etc.
Concluindo, investir em treinamento dos funcionários com a finalidade de capacitá-los, significa promover uma mudança de comportamento e de qualificação, visando a um melhor atendimento ao cliente com padrões diferenciados dos concorrentes. Portanto, o processo de motivação deverá ser sempre acompanhado e avaliado, para que o mesmo seja contínuo, modificado, aperfeiçoado e possa gerar resultados positivos, sem acomodação e principalmente sem criar vícios, ou permitir interferências que possam prejudicá-lo.
Postado por Arnaldo Andrade às 07:25
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Navalshore 2010

VII Feira e Conferência da Indústria Naval e OffshoreRio de Janeiro - RJ - Brasil
Centro de Convenções SulAmérica
Visitação: 14h às 21h
A indústria naval e offshore brasileira vivencia fase de ascensão há pelo menos 8 anos. Mas o salto maior começou em 2009 quando a Petrobras iniciou investimentos em função das descobertas do pré-sal. Do total de US$ 174,4 bilhões previstos pela empresa para investimentos até 2013, US$ 104,6 bilhões referem-se às atividades de Exploração & Produção. Destes, cerca de US$ 28 bilhões serão destinados ao desenvolvimento do pré-sal. Em 2013 a Petrobras estima estar produzindo 157 mil bpd de óleo no pré-sal e em 2020 espera atingir 1,18 milhão de bpd. Já os parceiros da Petrobras deverão chegar à produção de 632 mil bdp em 2020.
Postado por Arnaldo Andrade às 06:17
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Suinocultura limpa

Dar destino correto aos dejetos é um dos grandes gargalos da suinoculturaUma fazenda localizada no Distrito de Anhanduí, em Campo Grande (MS), encontrou uma solução que desde 2004, além de solucionar o problema, aumentou os lucros, diminui o número de mortandade e passou a economizar 90% na conta de energia elétrica.
A Suinocultura Rancho Alegre produz suínos desde 1983, mas foi a partir de 2004 que aconteceram as inovações mais impactantes, por meio da instalação de biodigestores para produção e queima de gás metano, que é gerado com os dejetos dos animais.
Uma vez por ano a fazenda vende créditos de carbono, por intermédio de uma cooperativa de suinocultores localizada em São Gabriel do Oeste, para empresas de capital estrangeiro, por meio da técnica. Além disso, a granja passou a ter uma economia de 90% na conta de energia elétrica, já que este recurso é gerado na propriedade, com os biodigestores e transformadores.
Empresário encontra soluções para aumentar a produção e lucrar com o que era descartado
Sistema de produção limpa na suinocultura trouxe para propriedade localizada em distrito de Campo Grande mais tranquilidade aos animais que somam um plantel com mais de 25 mil cabeças. Os administradores comemoram economia de 90% na conta de energia elétrica e ainda conseguiram diminuir a perde de animais. A manutenção das pastagens foi outra vantagem conquistada depois da instalação de biodigestores
Arão Antonio Moraes, proprietário da Suinocultura Rancho Alegre, localizada no Distrito de Anhanduí/Campo Grande, produz suínos desde 1983, mas foi a partir de 2004 que ele fez inovações, aumentou a produção e conseguiu dar destino a uma das maiores preocupações do setor: os dejetos.
Com 2.300 matrizes e 20 reprodutores na Central de Inseminação Artificial própria, a Rancho Alegre passou a trabalhar com desenvolvimento limpo na suinocultura, o que trouxe bons rendimentos, economia e ainda possibilidade de abastecimento de mercados antes considerados carentes como, por exemplo, matéria-prima para produção de farinha e torta de carne para alimentação de suínos.
A administradora da propriedade, Eleíza Moraes explica que desde 2004 estão em funcionamento na Rancho Alegre biodigestores para produção e queima de gás metano, que é gerado com os dejetos dos suínos. Uma vez por ano a fazenda vende créditos de carbono, por intermédio de uma cooperativa de suinocultores localizada em São Gabriel do Oeste, para empresas de capital estrangeiro, por meio da técnica. Além disso, a granja passou a ter uma economia de 90% na conta de energia elétrica, já que este recurso é gerado na propriedade, com os biodigestores e transformadores.
Eleíza explica que seria possível utilizar 100% da energia produzida na propriedade, porém os administradores optaram por manter nas residências o sistema “convencional” fornecido pela Empresa de Energia de Mato Grosso do Sul. “Como temos máquinas muito potentes em funcionamento, a energia acaba oscilando muito, por isto mantivemos nas casas das 11 famílias e no escritório central o sistema antigo.”, explica.
O empresário Antonio Arão, que também é presidente da Associação Sul-matogrossense de Suinocultores (Asumas), é categórico ao afirmar que a suinocultura cresceu consideravelmente nos últimos anos no Mato Grosso do Sul e com ela a preocupação em dar destino aos dejetos também passou a ser uma necessidade, uma vez que as cobranças em relação ao desenvolvimento sustentável também são muito presentes. “O produtor consciente não quer apenas ganhar dinheiro, mas também ter um modelo que possa trazer benefícios ao meio ambiente, afinal o empreendedor rural é o maior interessado em manter condições de solo e climáticas para seu negócio dar certo”, diz.
Antonio Arão explica que com os biodigestores a carga orgânica proveniente dos dejetos e sobras de rações da alimentação dos suínos em confinamento acaba se decompondo e gerando o gás metano, que é tido como um dos vilões responsáveis pelo efeito estufa. Nos balões são acondicionados e depois transformados em crédito de carbono.
A instalação dos biodigestores não trouxe apenas energia elétrica barata para a granja, mas uma tranqüilidade aos administradores. Para Eleíza Moraes, o suinocultor que não tem biodigestor tem um grande problema para administrar, mas quem o tem pode aproveitá-lo para faturar com créditos de carbono, utilizar a parte sólida que sobra como adubo e a líquida como ferti-irrigante para as pastagens. “Aqui, temos pasto verde o ano inteiro, pois os campos são adubados e irrigados ao mesmo tempo, independente se é período seco ou não. Diminuiu até o número de moscas na nossa propriedade”, comemora.
InovaçãoUm dos projetos implantados na propriedade é o congelamento de carcaça de animais mortos e placenta que depois se transformam em mais uma fonte de renda na suinocultura. Antes da idéia, dar destino a este tipo de produto também era uma preocupação dos administradores. Agora, uma vez por semana o material é destinado para o fabrico de biocombustível em Dourados ou no Distrito de Indubrasil (Campo Grande). Nos digestores é separada a banha (para biodiesel) e carne para ração.
Com novas técnicas para produzir suínos e dar destino não agressivo para o meio ambiente ao que antes era descartado, o empresário Arão Antonio pretende aumentar seu plantel a partir do próximo ano em, no mínimo, mais cinco mil matrizes. Além disso o mercado comprador, que atualmente é mais voltado para Campo Grande (40%), São Gabriel do Oeste, Rondonópolis e Goiânia, também vai ser incrementado pela oferta de produto.
AR- Com a economia na conta de energia elétrica, proporcionada depois da instalação dos biodigestores, os administradores da suinocultura implantaram nas baias da maternidade um sistema de refrigeração para as matrizes, o que proporciona um bem-estar animal para elas. O ar gelado é direcionado por um tubo somente para a região da cabeça das porcas porque os leitões preferem temperaturas mais elevadas que suas mães.
Segundo Eleíza Moraes nem todas as baias possuem o sistema de ar-condicionado, mas isto já é um projeto para o ano que vem. “Oferecendo condições de bem estar, as matrizes têm mais tranquilidade no momento da parição e cuidados com suas crias. Isto diminui, inclusive, o número de animais mortos”, conclui.
RaçãoDesde que a Suinocultura Rancho Alegre foi inaugurada toda a ração (da desmama a matrizes/reprodutores) é produzida na propriedade. O milho, soja e sorgo utilizados são produzido em outra propriedade de Arão Moraes, que fica no município de Terenos. Outros produtos são adquiridos a base de troca com fazendeiros próximos. O maquinário da fábrica de ração é movido com a energia proveniente dos biodigestores. O montante chega a 1 milhão de quilos/mês.
Postado por Arnaldo Andrade às 10:41


